Há cinco anos, surgia o Stara Labs, um espaço incubado na Universidade de Passo Fundo (UPF), mais precisamente no UPF Parque Científico e Tecnológico — ecossistema que produz tecnologia para instituições e empresas parceiras além das cercanias do campus. A iniciativa envolve uma rede de pesquisadores e profissionais qualificados em colaboração com professores, alunos e estagiários. As equipes atuam em duas frentes: softwares destinados ao processo fabril e engenharia de produtos.
Atualmente são 50 profissionais na área de desenvolvimento de software embarcado atuando na Stara, sendo 40% oriundos desse acordo. A parceria deve ser ampliada com a criação de um curso de mestrado in company. A proposta será estudada nos próximos meses e uma reunião para tratar do tema está agendada para o dia 17 de abril.
Para a reitora da UPF, Bernadete Maria Dalmolin, a instituição está atenta a empresas que, assim como a Stara, têm interesse em aproximar a formação acadêmica dos problemas reais. Para ela, com a imediata absorção dos talentos pelos parceiros e a criação, mais rápida, de soluções inovadoras para os desafios do mercado, o resultado é o desenvolvimento. "A interação entre parques tecnológicos e empresas é uma equação ganha-ganha. Ganha a empresa que pode levar a aumentos significativos em eficiência, produtividade e qualidade, melhorando sua posição competitiva; ganha a academia que torna seu conhecimento aplicado e instiga novos aprendizados; ganha o estagiário que chega mais preparado para o mundo do trabalho e ganha o Brasil que retém seus talentos e se torna mais rico e competitivo", pontua.

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