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SUSTENTABILIDADE Notícia da edição impressa de 13 de Outubro de 2022.

Alternativa à energia solar é criada em Cachoeira do Sul

Jornal Cidades
Uma invenção desenvolvida pelo Laboratório de Síntese e Caracterização de Nanomateriais, com participação dos alunos dos cursos de Engenharia Elétrica e Mecânica da Universidade Federal de Santa Maria, no campus Cachoeira do Sul, está inovando na geração de energia alternativa. O projeto inova ao estabelecer formas de produzir energia alternativa hibridamente, por meio da captação da luz solar ou artificial (energia fotovoltaica) e da umidade ou água (energia higroelétrica), depositada diretamente no artefato de cimento.
Uma invenção desenvolvida pelo Laboratório de Síntese e Caracterização de Nanomateriais, com participação dos alunos dos cursos de Engenharia Elétrica e Mecânica da Universidade Federal de Santa Maria, no campus Cachoeira do Sul, está inovando na geração de energia alternativa. O projeto inova ao estabelecer formas de produzir energia alternativa hibridamente, por meio da captação da luz solar ou artificial (energia fotovoltaica) e da umidade ou água (energia higroelétrica), depositada diretamente no artefato de cimento.
Tal configuração é revolucionária por permitir a coleta de energia independente das características climáticas do local, ou seja, funciona tanto durante o dia quanto à noite e, até mesmo, com chuva.  Quando há luz no ambiente, seja natural ou artificial, o dispositivo a absorve, gerando assim energia fotovoltaica. Já em períodos úmidos, ou chuvosos, a geração de energia ocorre por meio de cargas elétricas à deriva, presentes em gotículas d'água depositadas na umidade do ar ou na superfície do artefato.
O projeto, orientado pelo professor Jocenir Boita, surgiu em meio a trabalhos de rotina realizados no Laboratório há quatro anos. Segundo o docente, o aparelho apresenta números razoáveis para o nível de desenvolvimento do protótipo, que apresenta capacidade de gerar voltagem de até 400 mV e amperagem de 0,35 mV,
A partir da otimização desses números, a expectativa é de que o dispositivo se torne igual ou até melhor que um painel de energia fotovoltaica, normalmente utilizado para a comercialização em telhados residenciais. Posteriormente à melhoria do aparelho, a ideia é buscar empresas que desenvolvam esse tipo de projeto, para, em seguida, disponibilizar à sociedade como um produto inovador, economicamente viável e ecologicamente correto, de acordo com Boita.
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