A prefeitura de Garibaldi assinou contrato para a implementação de uma instalação de usina que transformará resíduos sólidos em energia e em madeira biossintética. O documento para a prestação do serviço foi firmado com a empresa Bioenergia Holding.
O prefeito, Sérgio Chesini, também sancionou lei que autoriza a doação de terreno para a construção do empreendimento. Pela legislação, a empresa terá um prazo de 24 meses para construção da usina, a contar da licença ambiental - em tramitação, mas a previsão é de que os trabalhos sejam concluídos antes do previsto e a usina entre em operação no próximo ano.
O investimento na construção do prédio ficará a cargo da empresa. A prefeitura poderá colaborar com máquinas e equipamentos para obras de infraestrutura no local. Segundo o prefeito a maioria dos funcionários da usina deverá ser de Garibaldi. "Com essa usina, além de mão de obra do município, teremos a qualificação de um serviço crucial para o bem-estar da cidade: o lixo sendo transformado em energia e em madeira biossintética", disse o prefeito.
Na primeira etapa, estão previstos 21 empregos diretos, chegando a um total de 54 postos de trabalho com o pleno funcionamento da fábrica. A empresa receberá o lixo do município - resíduos sólidos urbanos, industriais e agrossilvopastoris — e, a partir disso, produzirá energia elétrica limpa e madeira biossintética. O processo parte da decomposição desses resíduos, que se transformam em biogás, o qual pode ser utilizado ou convertido em eletricidade.