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Editorial

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- Publicada em 07 de Julho de 2022 às 19:42

A crise no transporte coletivo e o desafio de uma solução

Roberto Brenol Andrade
Há mais de ano que Porto Alegre e a Região Metropolitana estão em busca de solução que contemple o transporte coletivo. No entanto, aparentemente tirando a chegada de novos 80 ônibus em Porto Alegre de empresas particulares, o problema continua nas cidades vizinhas e também, em parte, na Capital, pelo menos nas horas de pico. O sistema intermunicipal tem problemas à espera de soluções.

Há mais de ano que Porto Alegre e a Região Metropolitana estão em busca de solução que contemple o transporte coletivo. No entanto, aparentemente tirando a chegada de novos 80 ônibus em Porto Alegre de empresas particulares, o problema continua nas cidades vizinhas e também, em parte, na Capital, pelo menos nas horas de pico. O sistema intermunicipal tem problemas à espera de soluções.

Na Comissão Especial do Transporte Público Metropolitano da Assembleia Legislativa já foram ouvidos prefeitos, secretários e responsáveis técnicos pela mobilidade urbana nos municípios da Grande Porto Alegre sobre os fatores que estão resultando na crise do sistema intermunicipal.

Há unanimidade, inclusive entre entidades ligadas aos transportadores e trabalhadores do setor rodoviário, quanto à necessidade de criação de uma política pública estadual voltada para o transporte coletivo.

Com a pandemia, ficou ainda mais claro que o debate sobre o problema deveria ter sido feito há muito tempo. Até agora, a prefeitura de Porto Alegre esperava dinheiro federal para compensar a gratuidade dos idosos no transporte coletivo de Porto Alegre, que deve vir.

O secretário de Mobilidade Urbana de Porto Alegre, Adão de Castro Júnior, reforça a importância de trabalhar por iniciativas que coloquem as pessoas em primeiro lugar, afirmando que o foco tem que ser o usuário, levando em conta o que ele pensa. E o primeiro item que ele elenca é o valor da passagem.

Os municípios de Gravataí e Cachoeirinha relataram as experiências locais com o subsídio, que possibilitou a redução da tarifa para o menor patamar da Região Metropolitana.

No caso de Viamão, o aporte de recursos significou redução de R$ 0,30. O que se observa é que a partir também das reclamações em Porto Alegre e cidades da Região Metropolitana, há um insistente pedido por mais horários dos ônibus com um maior número de veículos nas horas de pico, principalmente pela manhã e à tardinha, quando as pessoas vão e voltam dos seus compromissos nos empregos.

Se o preço dos combustíveis sem o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) terá folga no custo das tarifas, o serviço tem que ficar mais dinâmico e confortável para os usuários diários que precisam ir e vir por diversos motivos, o principal, como citado, aos seus locais de trabalho nos mais diversos setores de atividades.

 

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