O dólar encerrou a sessão de sexta-feira (22) em alta de 0,54%, a R$ 5,0282, mas terminou a semana com desvalorização de 0,78%. Investidores adotaram uma postura mais cautelosa na véspera do fim de semana e buscaram proteção na moeda americana, na esteira de dúvidas sobre os progressos nas negociações de paz no Oriente Médio e de falas mais duras de dirigentes do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) diante da piora das expectativas de inflação.
O real amargou desempenho inferior ao de seus pares e ao de divisas de países exportadores de commodities, como o dólar australiano e o canadense. Operadores atribuíram o tropeço da moeda brasileira a eventual fluxo de saída da bolsa doméstica e ao redesenho do quadro eleitoral, com pesquisas de intenção de voto confirmando a desidratação da pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), abalada pelo "Flávio Day 2.0". O episódio revelou que Flávio pediu recursos ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro para uma cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro.
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