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Mercado Financeiro

- Publicada em 21 de Novembro de 2022 às 14:29

Bolsas da Europa fecham em baixa, após falas do BCE e Covid-19 na China

O FTSE MIB, em Milão, fechou em baixa de 1,29%, a 2.4356,05 pontos

O FTSE MIB, em Milão, fechou em baixa de 1,29%, a 2.4356,05 pontos


PEXELS VIA PIXABAY/DIVULGAÇÃO/JC
Agência Estado
As bolsas europeias fecharam em baixa, em sessão marcada pela expectativa de um patamar restritivo no aumento da taxa de juros por parte do Banco Central Europeu (BCE) e com aumento de casos de Covid-19 na China pressionando os mercados.
As bolsas europeias fecharam em baixa, em sessão marcada pela expectativa de um patamar restritivo no aumento da taxa de juros por parte do Banco Central Europeu (BCE) e com aumento de casos de Covid-19 na China pressionando os mercados.
Em Londres, o FTSE 100, caiu 0,12%, a 7.376,85 pontos, enquanto o CAC 40, em Paris, desceu 0,15%, a 6.634,45 pontos, e o FTSE MIB, em Milão, fechou em baixa de 1,29%, a 2.4356,05 pontos. Na Bolsa de Lisboa, o PSI 20 fechou em estabilidade, a 5.766,14 pontos e, em Madri, o índice Ibex 35 se descolou e subiu 0,77%, a 8.190,60 pontos. As cotações são preliminares.
Em Frankfurt, o índice DAX, fechou em baixa de 0,36%, a 14.379,93 pontos, após a publicação do índice de preços ao produtor (PPI), que teve alta de 34,5% na comparação anual, mas que representou uma queda em relação aos recordes históricos dos dois meses anteriores.
Membro do Conselho do BCE, Bostjan Vasle, destacou que a instituição precisa continuar aumentando gradualmente as taxas de juros, pressionando os ativos de risco. A opinião vai ao encontro da fala da presidente da autoridade monetária, Christine Lagarde, que destacou na última sexta-feira que o BCE subirá os juros para evitar uma inflação persistente no futuro.
Já o economista-chefe da entidade, Philip Lane, falou que o BCE irá subir os juros e que, mesmo assim, não terá atingido o ponto necessário para pausar o aperto. Entretanto, o dirigente sinalizou aumentos menos agressivos que os 75 pontos-base adotados nas duas últimas reuniões do BCE. Em entrevista ao jornal Econostream, Robert Holzmann, também dirigente do BC europeu, disse que seu voto por um aumento de 50 ou 75pb dependeria principalmente da inflação.
O aumento da taxa preocupa investidores porque empresas dependem de juros razoáveis para se financiar. O foco por essas decisões dos bancos centrais é potencializado nesta semana, com a publicação de atas do BCE e do Fed nos próximos dias.
Segundo análise da CMC Markets, os mercados acionários europeus também reagiram ao aumento de infecções por Covid-19 na China. Nesta segunda, o país anunciou a primeira morte pela doença em quase seis meses, ao passo em que segue com medidas restritivas para prevenir novos surtos.
Nesta segunda, a notícia de um possível aumento da produção de petróleo por parte da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep+) mexeu com ações de petroleiras. As ações da Harbour Energy e da Shell na Bolsa de Londres fecharam em baixa de mais 8% e 3%, respectivamente.
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