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Economia

- Publicada em 05 de Agosto de 2022 às 12:49

Cesta básica de Porto Alegre passa a custar R$ 752,84 em julho

Queda na cesta da Capital foi puxada pelo recuo dos preços do tomate e da batata

Queda na cesta da Capital foi puxada pelo recuo dos preços do tomate e da batata


FREDY VIEIRA/JC
A cesta básica de Porto Alegre registrou queda de 0,18% em julho de 2022 passando a custar R$ 752,84, segundo informou nesta sexta-feira (5) o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). A queda foi puxada pelo recuo dos preços dos produtos in natura: tomate e batata. A jornada de trabalho necessária para comprar a cesta básica chegou a 136 horas e 39 minutos. O percentual do salário-mínimo líquido para compra dos produtos da cesta foi de 67,15%. Segundo o levantamento do Dieese o mínimo necessário deveria ser de R$ 6.388,55 ou 5,27 vezes o valor atual, de R$ 1.212,00.
A cesta básica de Porto Alegre registrou queda de 0,18% em julho de 2022 passando a custar R$ 752,84, segundo informou nesta sexta-feira (5) o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). A queda foi puxada pelo recuo dos preços dos produtos in natura: tomate e batata. A jornada de trabalho necessária para comprar a cesta básica chegou a 136 horas e 39 minutos. O percentual do salário-mínimo líquido para compra dos produtos da cesta foi de 67,15%. Segundo o levantamento do Dieese o mínimo necessário deveria ser de R$ 6.388,55 ou 5,27 vezes o valor atual, de R$ 1.212,00.
Em julho, o valor do conjunto de bens alimentícios básicos registrou queda de 0,18%. Dos 13 produtos que compõem o conjunto de gêneros alimentícios essenciais ficaram mais baratos: o tomate, a batata, o feijão, o óleo de soja, o açúcar e o arroz. Por outro lado, sete itens ficaram mais caros: o leite, a banana, a manteiga, o pão, a farinha de trigo, o café e a carne. De janeiro a julho de 2022, a cesta acumula alta de 10,24%. Dos 13 produtos pesquisados 10 registraram alta: o leite, a batata, a farinha de trigo, a banana, o café, o pão, a manteiga, o óleo de soja, o arroz e a carne. O tomate, o feijão e o açúcar ficaram mais baratos.
Em 12 meses, a cesta básica registrou alta de 14,60%, 10 itens ficaram mais caros: o leite, o café, a batata, a farinha de trigo, a banana, o óleo de soja, a manteiga, o açúcar, o pão e a carne. O arroz, o tomate e o feijão ficaram mais baratos. Em julho, o valor do conjunto dos alimentos básicos diminuiu em 10 das 17 capitais onde o Dieese realiza mensalmente a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos. Entre junho e julho, as reduções mais expressivas ocorreram em Natal, João Pessoa, Fortaleza e São Paulo. Sete cidades tiveram alta: Vitória, Salvador, Brasília, Recife, Campo Grande, Belo Horizonte e Belém.
São Paulo foi a capital onde o conjunto dos alimentos básicos apresentou o maior custo (R$ 760,45), seguida por Florianópolis (R$ 753,73), Porto Alegre (R$ 752,84) e Rio de Janeiro (R$ 723,75). Nas cidades do Norte e Nordeste, onde a composição da cesta é diferente, os menores valores médios foram registrados em Aracaju (R$ 542,50), João Pessoa (R$ 572,63) e Salvador (R$ 586,54). Com base na cesta mais cara, que, em julho, foi a de São Paulo, o salário mínimo deveria ser suficiente para suprir despesas de uma família com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência.
Em julho de 2022, o salário mínimo necessário para a manutenção de uma família de quatro pessoas deveria ter sido de R$ 6.388,55, ou 5,27 vezes o mínimo de R$ 1.212,00. Em junho, o valor necessário era de R$ 6.527,67, ou 5,39 vezes o piso mínimo. Em julho de 2021, o valor do mínimo necessário deveria ter ficado em R$ 5.518,79, ou 5,02 vezes o valor vigente na época, de R$ 1.100,00.
Entre junho e julho, o preço do litro de leite integral e do quilo da manteiga aumentou em 17 cidades. Para o leite, as maiores altas ocorreram em Vitória, Salvador, Aracaju e Natal. No caso da manteiga, destacaram-se as elevações observadas em Salvador, Belém e Porto Alegre. Em 12 meses, todas as cidades apresentaram acréscimo de preço nos dois produtos. Para o leite, as maiores variações acumuladas foram registradas em Florianópolis e Porto Alegre. O preço do quilo do pão francês subiu em todas as cidades, exceto em Aracaju. As maiores elevações ocorreram em Brasília, Belo Horizonte e Goiânia.
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