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Economia

- Publicada em 22 de Junho de 2022 às 15:13

Lojistas de Porto Alegre esperam aumento de 18% nas vendas de inverno

Peças de inverno registraram incremento nas vendas em relação ao mesmo período do ano passado

Peças de inverno registraram incremento nas vendas em relação ao mesmo período do ano passado


FREDY VIEIRA/JC
De acordo com sondagem realizada pelo Sindilojas Porto Alegre em lojas de roupas, calçados e cama, mesa e banho da Capital, se o cenário se mantiver nos moldes atuais, até o final do inverno não deverão sobrar muitos produtos em estoque. O Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento da Entidade revelou que 55% dos varejistas entrevistados consideram o movimento alto, até o momento, e 56%  perceberam aumento nas vendas em relação ao mesmo período do ano passado, equivalente a 18%.
De acordo com sondagem realizada pelo Sindilojas Porto Alegre em lojas de roupas, calçados e cama, mesa e banho da Capital, se o cenário se mantiver nos moldes atuais, até o final do inverno não deverão sobrar muitos produtos em estoque. O Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento da Entidade revelou que 55% dos varejistas entrevistados consideram o movimento alto, até o momento, e 56%  perceberam aumento nas vendas em relação ao mesmo período do ano passado, equivalente a 18%.
O mesmo percentual, de 18%, é esperado de aumento nas vendas até o final do inverno. Os varejistas que acreditam que as vendas estão semelhantes a 2021 correspondem a 27%, e os que notaram queda somam 15%.
O levantamento também identificou que, este ano, o ticket médio nas lojas desses segmentos tem sido de R$ 376,00. Os produtos mais vendidos, separados por segmento, são os de vestuário - casacos e jaquetas (58,6%), blusas térmicas e básicas (20%), blusões e cardigans (14,3%), calças de lã e veludo (14,3%) e moletons (11,4%)-, calçados- botas (90%), tênis (25%), sapatos (20%) e pantufas (5%)- e cama, mesa e banho- edredons (90%), cobertores (40%), lençóis térmicos (30%) e roupões (30%).

Entre as mudanças de comportamento de consumo percebidas pelos lojistas em relação a 2021, 50% dos entrevistados afirmam que a busca por preços baixos tem sido maior. Para 23,1%, as pessoas estão mais cautelosas com os gastos. Ainda, 9,6% dos lojistas percebem que os clientes estão comprando mais por necessidade e 7,7% observam que a quantidade de compras parceladas aumentou.

Quando perguntados sobre a expectativa para a economia do Estado para o segundo semestre, 68% dos lojistas estão otimistas. Os que estão muito otimistas correspondem a 8%. Já os que se dizem indiferentes são 13% e os que estão pessimistas totalizam 11%.

A respeito dos preços, 75% afirmam que os produtos de inverno estão mais caros, em média 21%. Outros 23% disseram que os preços se mantêm semelhantes aos de 2021. Os que afirmam queda correspondem a 1%, mesmo percentual dos lojistas que não souberam responder.




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