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Vitivinicultura

- Publicada em 23 de Novembro de 2022 às 17:24

Conselho Monetário Nacional deve votar reajuste do preço mínimo da uva

Agendas na Capital Federal encaminharam revisão dos valores ao produtor

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Gabinete Elton Weber/Divulgação/JC
O Conselho Monetário Nacional (CMN) deve realizar, até 10 de dezembro, reunião extraordinária para votar o novo preço mínimo da uva para a safra 2022/2023. A expectativa é de que o valor definido pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) se aproxime do custo de produção apurado no Rio Grande do Sul, de R$ 1,61 o quilo.
O Conselho Monetário Nacional (CMN) deve realizar, até 10 de dezembro, reunião extraordinária para votar o novo preço mínimo da uva para a safra 2022/2023. A expectativa é de que o valor definido pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) se aproxime do custo de produção apurado no Rio Grande do Sul, de R$ 1,61 o quilo.
O indicativo ocorreu em reuniões realizadas nestas terça e quarta-feiras entre representantes da Frente Parlamentar da Vitivinicultura da Assembleia Legislativa gaúcha com membros da Conab e dos Ministérios da Agricultura e da Fazenda, em Brasília. Os encontros foram intermediados pelo deputado federal Heitor Schuch (PSB), presidente da Frente Parlamentar da Agricultura Familiar, a pedido da Comissão Interestadual da Uva.
Cedenir Postal, presidente da comissão, observou que o preço determinado pela Conab não deve enfrentar resistência da área econômica do governo.
“Reforçamos a necessidade de reajuste do preço mínimo, em função da alta dos custos, e saímos com boas perspectivas”, disse Postal.
Segundo ele, na safra passada, quando 663 mil toneladas de uva foram entregues à indústria, o custo de produção foi de R$ 1,34, pouco acima do mínimo estabelecido pelo governo. Nesta safra, que deverá registrar uma quebra de 15% a 20% na produção por conta de problemas climáticos, o cálculo de desembolso por quilo subiu em torno de 23%.
"Pesaram sobre os custos os aumentos nos preços dos fertilizantes, dos defensivos agrícolas e dos combustíveis, que impactam sobre o frete. Esperamos alcançar um mínimo de pelo menos R$ 1,61, para fazer frente aos altos custos", completou Postal.
Presidente da Frente Parlamentar da Vitivinicultura da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, o deputado estadual Elton Weber (PSB) espera que o martelo seja batido rapidamente. Pela lei, o preço mínimo da uva teria de ser publicado até 30 de novembro.
“Saímos com impressões positivas de Brasília de que o reajuste do preço mínimo - hoje de R$ 1,31 - será compatível com a realidade do agricultor”, projetou.
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