Porto Alegre, terça-feira, 05 de outubro de 2021.
Dia Nacional da Micro e Pequena Empresa. Feriado nos estados do Amapá, Roraima e Tocantins.
Porto Alegre,
terça-feira, 05 de outubro de 2021.
Corrigir texto

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

CPI da Covid

- Publicada em 05/10/2021 às 10h33min.

Omar Aziz afirma que CPI da Covid não ouvirá Queiroga e Guedes

A oitiva dos ministros chegou a ser aventada por integrantes da cúpula da CPI

A oitiva dos ministros chegou a ser aventada por integrantes da cúpula da CPI


EDILSON RODRIGUES/AGÊNCIA SENADO/JC
O presidente da CPI da Covid, Omar Aziz (PSD-AM), afirmou que a comissão não vai convocar os ministros da Saúde, Marcelo Queiroga, e da Economia, Paulo Guedes, para depoimentos na próxima semana, quando se espera finalizar os trabalhos do colegiado.
O presidente da CPI da Covid, Omar Aziz (PSD-AM), afirmou que a comissão não vai convocar os ministros da Saúde, Marcelo Queiroga, e da Economia, Paulo Guedes, para depoimentos na próxima semana, quando se espera finalizar os trabalhos do colegiado.
A oitiva dos dois chegou a ser aventada por integrantes da cúpula da CPI, mas não era unanimidade entre senadores do grupo, entre eles, o próprio Aziz. O objetivo era chamar Queiroga pela terceira vez, agora para falar sobre a suspensão da vacinação contra Covid-19 de adolescentes acima dos 12 anos sem comorbidade, medida que provocou reação de governadores e especialistas.
Já Guedes seria convocado para explicar se a área econômica defendeu o "kit Covid" para evitar paralisação da economia.
Para Aziz, no entanto, convocar Queiroga seria "dar palco para doido". "O Queiroga não vai somar. Vai lá dizer aquelas coisas, que vacinou 300 milhões de brasileiros, não vai acrescentar nada", disse o presidente da CPI em resposta ao Estadão/Broadcast.
Em relação ao titular da Economia, o senador acredita que os assuntos referentes a ele podem ser abordados também em uma possível convocação do ministro pela Comissão de Assuntos Econômicos do Senado (CAE), para explicar a revelação de que possui empresas em paraísos fiscais.
Agência Estado
Conteúdo Publicitário
Comentários CORRIGIR TEXTO