Porto Alegre, quarta-feira, 15 de setembro de 2021.
Dia do Cliente.
Porto Alegre,
quarta-feira, 15 de setembro de 2021.
Corrigir texto

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

STF

- Publicada em 15h48min, 15/09/2021.

Fachin nega 'indulto humanitário' a Maluf

Maluf cumpre penas impostas pela corte máxima do STF por lavagem de dinheiro e crime eleitoral, em prisão domiciliar humanitária, desde 2018

Maluf cumpre penas impostas pela corte máxima do STF por lavagem de dinheiro e crime eleitoral, em prisão domiciliar humanitária, desde 2018


LEONARDO PRADO/ABR/DIVULGAÇÃO/JC
O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, negou conceder indulto humanitário a Paulo Salim Maluf , ex-governador e ex-prefeito de São Paulo que cumpre penas impostas pela corte máxima por lavagem de dinheiro e crime eleitoral, em prisão domiciliar humanitária, desde 2018.
O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, negou conceder indulto humanitário a Paulo Salim Maluf , ex-governador e ex-prefeito de São Paulo que cumpre penas impostas pela corte máxima por lavagem de dinheiro e crime eleitoral, em prisão domiciliar humanitária, desde 2018.
A defesa do político havia solicitado a extinção da punibilidade do crime eleitoral pelo reconhecimento do direito ao indulto, sob o argumento de que Maluf seria portador de doença grave e permanente prevista no decreto - paraplegia. As informações foram divulgadas pelo STF.
Fachin determinou a realização de exame por junta médica oficial. De acordo com as informações prestadas, embora haja comprometimento funcional irreversível de locomoção em decorrência de doenças e do processo degenerativo de envelhecimento, Maluf, atualmente com 90 anos, não está paraplégico.
O relator observou que o decreto assinado pelo presidente Jair Bolsonaro em 2020 exige, simultaneamente, patologia que limite severamente a atividade e exija cuidados contínuos que não possam ser prestados em estabelecimento de custódia, sendo que Maluf cumpre a pena em casa.
O ministro manteve, porém, o cumprimento da pena privativa de liberdade em residência particular, tendo em vista a necessidade de tratamento das enfermidades crônicas e das outras patologias.
Agência Estado
Comentários CORRIGIR TEXTO
Conteúdo Publicitário