Publicada em 11 de Setembro de 2021 às 11:24

Bolsonaro visita a Expointer, em Esteio, neste sábado

Presidente fez uma rápida visita ao evento na manhã de sábado

Presidente fez uma rápida visita ao evento na manhã de sábado


Diego Nuñez/Especial/JC
Diego Nuñez, do Rio de Janeiro, especial para o JC
Jair Bolsonaro escolheu logo o Rio Grande do Sul para realizar sua primeira aparição pública após os polêmicos desdobramentos do 7 de setembro. No final da manhã deste sábado (11), o presidente da República chegou ao Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, na Região Metropolitana de Porto Alegre, para visitar a 44ª Expointer. Ele viajou ao lado do filho Carlos Bolsonaro e esteve acompanhado pela ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina (DEM), para demonstrar seu apoio e reconhecimento à importância do agronegócio para a economia nacional.
No parque, já estava montado um forte aparato de segurança. Se houve perda de apoio da militância após o recuo em uma posição mais incisiva contra o Superior Tribunal Federal (STF) - boa parte de sua base foi critica à mudança de postura após os discursos inflamados do feriado da Independência, principalmente à carta escrita pelo ex-presidente Michel Temer (MDB) e divulgada por Bolsonaro -, isso não transpareceu durante sua agenda na Expointer. O presidente foi bem recebido no local, sendo aguardado por muitos apoiadores, em clima de euforia, o que confirmou sua popularidade no setor do agronegócio.
Houve os tradicionais gritos de “mito” por parte dos bolsonaristas. “Esse é gaúcho”, disse uma apoiadora, e até para churrasco o presidente foi convidado. Bolsonaro cumprimentava, abraçava e tirava foto com seus apoiadores, mas de forma ligeira.
Passando por um corredor escoltado pela segurança, ele percorreu pavilhões rodeado de aliados. Foi recebido por Silvana Covatti (PP), secretária estadual da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural. O Ministro de Estado do Trabalho e Previdência, Onyx Lorenzoni (DEM), o senador Luis Carlos Heinze (PP) e os deputados federais Bibo Nunes (PSL) e Osmar Terra (MDB) também estiveram ao lado do presidente.
Estava presente na comitiva, ainda, o pastor e ex-senador Magno Malta, que havia se desentendido com o presidente por ter sido "deixado de lado" após percorrer o Brasil durante a campanha que alçaria o ex-paraquedista do Exército ao Palácio do Planalto.
Questionado sobre a carta escrita por Temer, Malta disse que “não fosse os problemas da vida pessoal, os dois anos dele na presidência teriam sido os melhores da história do Brasil”. O pastor não especificou quais seriam estes problemas pessoais. Michel Temer foi presidente do Brasil entre 31 de agosto de 2016, após o impeachment de Dilma Rousseff (PT), e 1° de janeiro de 2019, quando passou a faixa presidencial para Bolsonaro.
Depois de entrar em um posto do Banco do Brasil, Bolsonaro saiu vestido com uma jaqueta amarela com a logomarca do banco. A comitiva fez uma caminhada pela Feira, visitando os pavilhões de gado de corte, gado leiteiro, da agricultura familiar e internacional, onde se localiza o estande da Embrapa e do Ministério da Agricultura. A imprensa acompanhou o trajeto, mas o presidente não deu declarações aos jornalistas.
Logo após a visita, Bolsonaro almoçou na casa da Federação da Agricultura do RS (Farsul), em evento restrito a autoridades e convidados. Na ocasião, o presidente recebeu a Medalha do Mérito Farroupilha, distinção máxima da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, como proposição do deputado estadual Vilmar Lourenço (PSL).
O retorno a Brasília ocorreu próximo das 14h.
Jair Bolsonaro escolheu logo o Rio Grande do Sul para realizar sua primeira aparição pública após os polêmicos desdobramentos do 7 de setembro. No final da manhã deste sábado (11), o presidente da República chegou ao Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, na Região Metropolitana de Porto Alegre, para visitar a 44ª Expointer. Ele viajou ao lado do filho Carlos Bolsonaro e esteve acompanhado pela ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina (DEM), para demonstrar seu apoio e reconhecimento à importância do agronegócio para a economia nacional.
No parque, já estava montado um forte aparato de segurança. Se houve perda de apoio da militância após o recuo em uma posição mais incisiva contra o Superior Tribunal Federal (STF) - boa parte de sua base foi critica à mudança de postura após os discursos inflamados do feriado da Independência, principalmente à carta escrita pelo ex-presidente Michel Temer (MDB) e divulgada por Bolsonaro -, isso não transpareceu durante sua agenda na Expointer. O presidente foi bem recebido no local, sendo aguardado por muitos apoiadores, em clima de euforia, o que confirmou sua popularidade no setor do agronegócio.
Houve os tradicionais gritos de “mito” por parte dos bolsonaristas. “Esse é gaúcho”, disse uma apoiadora, e até para churrasco o presidente foi convidado. Bolsonaro cumprimentava, abraçava e tirava foto com seus apoiadores, mas de forma ligeira.
Passando por um corredor escoltado pela segurança, ele percorreu pavilhões rodeado de aliados. Foi recebido por Silvana Covatti (PP), secretária estadual da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural. O Ministro de Estado do Trabalho e Previdência, Onyx Lorenzoni (DEM), o senador Luis Carlos Heinze (PP) e os deputados federais Bibo Nunes (PSL) e Osmar Terra (MDB) também estiveram ao lado do presidente.
Estava presente na comitiva, ainda, o pastor e ex-senador Magno Malta, que havia se desentendido com o presidente por ter sido "deixado de lado" após percorrer o Brasil durante a campanha que alçaria o ex-paraquedista do Exército ao Palácio do Planalto.
Questionado sobre a carta escrita por Temer, Malta disse que “não fosse os problemas da vida pessoal, os dois anos dele na presidência teriam sido os melhores da história do Brasil”. O pastor não especificou quais seriam estes problemas pessoais. Michel Temer foi presidente do Brasil entre 31 de agosto de 2016, após o impeachment de Dilma Rousseff (PT), e 1° de janeiro de 2019, quando passou a faixa presidencial para Bolsonaro.
Depois de entrar em um posto do Banco do Brasil, Bolsonaro saiu vestido com uma jaqueta amarela com a logomarca do banco. A comitiva fez uma caminhada pela Feira, visitando os pavilhões de gado de corte, gado leiteiro, da agricultura familiar e internacional, onde se localiza o estande da Embrapa e do Ministério da Agricultura. A imprensa acompanhou o trajeto, mas o presidente não deu declarações aos jornalistas.
Logo após a visita, Bolsonaro almoçou na casa da Federação da Agricultura do RS (Farsul), em evento restrito a autoridades e convidados. Na ocasião, o presidente recebeu a Medalha do Mérito Farroupilha, distinção máxima da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, como proposição do deputado estadual Vilmar Lourenço (PSL).
O retorno a Brasília ocorreu próximo das 14h.
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