Porto Alegre, segunda-feira, 23 de agosto de 2021.
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Governo Federal

- Publicada em 12h40min, 23/08/2021.

Para Mourão, manifestação a favor do governo prevista para 7/9 é 'fogo de palha'

O vice-presidente foi questionado sobre a possibilidade de haver investidas golpistas no dia

O vice-presidente foi questionado sobre a possibilidade de haver investidas golpistas no dia


Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasilia/Divulgação/JC
O vice-presidente Hamilton Mourão chamou de "fogo de palha" a manifestação convocada em apoio ao governo para o dia 7 de setembro, data em que se celebra a independência do Brasil. "Isso aí tudo é fogo de palha, zero preocupação", disse Mourão nesta segunda-feira (23), depois de ser questionado sobre a possibilidade de haver investidas golpistas no dia.
O vice-presidente Hamilton Mourão chamou de "fogo de palha" a manifestação convocada em apoio ao governo para o dia 7 de setembro, data em que se celebra a independência do Brasil. "Isso aí tudo é fogo de palha, zero preocupação", disse Mourão nesta segunda-feira (23), depois de ser questionado sobre a possibilidade de haver investidas golpistas no dia.
Conforme informou o Estadão, o coronel da reserva da Polícia Militar (PM) de São Paulo Ricardo Augusto Nascimento de Mello Araújo convocou milhares de policiais para a mobilização bolsonarista. Atualmente, ele é diretor-presidente da Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp). Segundo o vice-presidente, o regulamento disciplinar das Forças Armadas prevê punição para oficiais da ativa que se manifestem politicamente. "Todo pronunciamento de caráter político feito por um militar da ativa está sujeito ao regulamento disciplinar. O comando da Polícia Militar de São Paulo deve estar tomando providências a este respeito", disse.
No entanto, há precedente que indica uma prática oposta à da previsão feita por Mourão. O ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello, general do Exército, participou de ato em favor do presidente Jair Bolsonaro realizado no Rio de Janeiro no dia 3 de junho. Apesar de infringir o regulamento disciplinar da Força, que veda a participação de militares da ativa em manifestações políticas, não houve qualquer punição a Pazuello.
Agência Estado
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