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- Publicada em 22h12min, 04/05/2021.

Pazuello alega quarentena, e depoimento na CPI da Covid é adiado

Ex-ministro, general da ativa, está em quarentena após ter contato com duas pessoas com covid-19

Ex-ministro, general da ativa, está em quarentena após ter contato com duas pessoas com covid-19


Tomaz Silva/Agência Brasil/JC
O ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello deve ser ouvido pela CPI da Pandemia no dia 19 de maio. O depoimento dele estava marcado para a manhã de quarta-feira (5), mas o Comando do Exército informou à CPI que o ex-ministro, general da ativa, está em quarentena após ter contato com duas pessoas com Covid-19.
O ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello deve ser ouvido pela CPI da Pandemia no dia 19 de maio. O depoimento dele estava marcado para a manhã de quarta-feira (5), mas o Comando do Exército informou à CPI que o ex-ministro, general da ativa, está em quarentena após ter contato com duas pessoas com Covid-19.
No documento enviado por Pazuello e encaminhado pelo Comando do Exército à CPI, o ex-ministro afirmou que poderia manter a data da audiência, com sua participação ocorrendo de forma remota, ou o depoimento poderia ser adiado. O presidente da CPI, senador Omar Aziz (PSD-AM), propôs então o adiamento e a nova data para o depoimento, que foi aprovada pelos integrantes da comissão.
Eduardo Pazuello foi o ministro que ficou mais tempo à frente da Saúde durante a pandemia do novo coronavírus: dez meses. Sua convocação para depor foi aprovada na última quinta-feira. No requerimento feito pelo relator, senador Renan Calheiros (MDB-AL), este afirma que os depoimentos dos ex-ministros da Saúde são imprescindíveis para elucidar as providências tomadas pela pasta para enfrentar a pandemia. Antes de Pazuello, chefiaram esse ministério Luiz Henrique Mandetta, que está depondo nesta terça-feira (4), e Nelson Teich, cujo depoimento está marcado para a manhã desta quarta-feira.
Além do pedido de Renan, foram aprovados outros quatro requerimentos para a convocação de Pazuello, dos senadores Eduardo Girão (Podemos-CE), Randolfe Rodrigues (Rede-AP),Alessandro Vieira (Cidadania-SE) e Humberto Costa (PT-PE).
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