Porto Alegre, segunda-feira, 23 de novembro de 2020.

Jornal do Comércio

Porto Alegre,
segunda-feira, 23 de novembro de 2020.
Corrigir texto

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Petróleo

- Publicada em 19h44min, 23/11/2020.

Petróleo fecha em alta, com otimismo por vacina e expectativa por cortes da Opep+

O petróleo WTI para janeiro fechou em alta de 1,51% (US$ 0,64), a US$ 43,06 o barril

O petróleo WTI para janeiro fechou em alta de 1,51% (US$ 0,64), a US$ 43,06 o barril


ANDRÉ MOTTA DE SOUZA/AGÊNCIA PETROBRAS/DIVULGAÇÃO/JC
Os contratos futuros de petróleo fecharam em alta nesta segunda-feira (23) seguindo otimismo do mercado por uma retomada econômica impulsionada pela vacina contra a Covid-19. Os resultados divulgados pela AstraZeneca sobre seu imunizante em parceria com a Universidade de Oxford foram bem recebidos por investidores. Além disso, há crescente expectativa de que a Organização dos Países Exportadores de Petróleo, junto com aliados (Opep+), realize cortes na produção.
Os contratos futuros de petróleo fecharam em alta nesta segunda-feira (23) seguindo otimismo do mercado por uma retomada econômica impulsionada pela vacina contra a Covid-19. Os resultados divulgados pela AstraZeneca sobre seu imunizante em parceria com a Universidade de Oxford foram bem recebidos por investidores. Além disso, há crescente expectativa de que a Organização dos Países Exportadores de Petróleo, junto com aliados (Opep+), realize cortes na produção.
O petróleo WTI para janeiro fechou em alta de 1,51% (US$ 0,64), a US$ 43,06 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex). Já o Brent para igual mês encerrou as negociações com avanço 2,45% (US$ 1,10) na Intercontinental Exchange (ICE), cotado a US$ 46,06 o barril. O Commerzbank aponta que o Brent atingiu o maior valor desde o começo de setembro, ultrapassando a barreira dos US$ 46.
"As esperanças de que as vacinas sejam aprovadas rapidamente, já permitindo o início da imunização nos EUA em meados de dezembro, estão colocando os participantes do mercado em um clima positivo em relação à demanda", avalia o Commerzbank. O otimismo é visto entre especuladores, que aumentaram suas posições, e segundo o ING, levaram ao maior aumento de posições especulativas para o Brent na última semana desde setembro de 2019.
"Além disso, o mercado espera que a Opep e seus aliados (Opep +) concordem na próxima semana em estender os atuais cortes de produção para além do final do ano", aponta o Commerzbank. "Parece que as tensões dentro da Opep + diminuíram novamente depois que os Emirados Árabes Unidos enfatizaram seu compromisso de cooperar com a aliança", aponta o banco, em referência ao país que nas últimas semanas vinha demonstrando reticências sobre prolongar cortes na produção.
Agência Estado
Comentários CORRIGIR TEXTO