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câmara dos vereadores

- Publicada em 11h38min, 23/10/2020. Atualizada em 12h06min, 23/10/2020.

Marchezan não comparece a audiência para depor sobre impeachment

Prefeito passa por processo de impeachment por gastos com publicidade em Saúde

Prefeito passa por processo de impeachment por gastos com publicidade em Saúde


Alex Rocha/PMPA/JC
O prefeito de Porto Alegre e candidato à reeleição, Nelson Marchezan Jr. (PSDB), não compareceu à reunião da Comissão Processante de Impeachment na Câmara Municipal de Porto Alegre agendada nesta sexta-feira (23) às 9h para ouvi-lo a respeito do processo de afastamento que sofre. 
O prefeito de Porto Alegre e candidato à reeleição, Nelson Marchezan Jr. (PSDB), não compareceu à reunião da Comissão Processante de Impeachment na Câmara Municipal de Porto Alegre agendada nesta sexta-feira (23) às 9h para ouvi-lo a respeito do processo de afastamento que sofre. 
Pelo Twitter, Marchezan afirmou: "na expectativa de um mínimo de razoabilidade da comissão, não prestarei meu depoimento nesta sexta-feira, aguardando que se esgotem as oitivas prévias a que tenho direito". "Reitero que, no momento legal adequado, faço questão de prestar meu depoimento perante a comissão e esclarecer à população de Porto Alegre todo o esquema montado para promover o impeachment e os interesses obscuros envolvidos", afirmou o prefeito.
Segundo Marchezan, os vereadores da capital gaúcha cometem "mais um atropelo do devido processo legal, da normalidade e do bom senso" ao decidirem que o prefeito deveria se manifestar antes dos denunciantes. De acordo com o prefeito, os legisladores são movidos por "fins eleitorais e não por justiça" e cometem "mais uma excrescência".
"Além do mais, a Comissão, em conluio com o candidato Fortunati (PTB), o Deputado Dziedrick (PTB) e o ex-diretor do Departamento de Esgotos Pluviais (DEP) e da Câmara de Vereadores Tarso Boelter (PP), cerceiam meu direito de ouvir pelo menos 10 testemunhas", afirmou também Marchezan.

Impeachment

Desde agosto, a Câmara de Porto Alegre analisa os gastos da Prefeitura com publicidade em Saúde, quando decidiu pela admissibilidade do processo de impeachment contra Marchezan. Caso a admissibilidade seja aprovada, Marchezan pode ter sua candidatura contestada na Justiça Eleitoral.
Agência Estado
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