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Assembleia Geral da ONU

- Publicada em 20h42min, 22/09/2020.

'Se a mídia está criticando, é porque o discurso foi bom', diz Bolsonaro

O presidente afirmou que parcela da imprensa brasileira politizou o vírus e disseminou o pânico

O presidente afirmou que parcela da imprensa brasileira politizou o vírus e disseminou o pânico


UNITED NATIONS/RICK BAJORNAS/HANDOUT/AFP
O presidente Jair Bolsonaro manteve o tom hostil adotado no discurso feito, pela manhã, na abertura da Assembleia Geral das Nações Unidas  e retomou as críticas à imprensa em encontro com apoiadores no final da tarde desta terça-feira (22). "Se a mídia está criticando é porque o discurso foi bom", disse aos simpatizantes antes de entrar no Palácio da Alvorada, sua residência oficial.
O presidente Jair Bolsonaro manteve o tom hostil adotado no discurso feito, pela manhã, na abertura da Assembleia Geral das Nações Unidas  e retomou as críticas à imprensa em encontro com apoiadores no final da tarde desta terça-feira (22). "Se a mídia está criticando é porque o discurso foi bom", disse aos simpatizantes antes de entrar no Palácio da Alvorada, sua residência oficial.
No pronunciamento, sem citar os quase 140 mil mortos pela pandemia de Covid-19 no País, o presidente afirmou que parcela da imprensa brasileira politizou o vírus e disseminou o pânico. "Sob o lema 'fique em casa' e 'a economia a gente vê depois', quase trouxeram o caos social ao País", afirmou, em vídeo divulgado no evento.
Bolsonaro ouviu de um apoiador que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, "depois do seu discurso, matou a pau" no pronunciamento também feito na Assembleia-Geral das Nações Unidas. "Confirmou", emendou Bolsonaro.
Apesar de afirmar várias vezes que não apoiará candidatos a prefeito nas eleições municipais deste ano, Bolsonaro elogiou, a uma apoiadora que citou o pleito em Manaus, o candidato Coronel Menezes (Patriota). "Tem candidato a prefeito bom em Manaus, ou não? Tem um careca lá que eu acho que é bom, não é não? Tem o Alfredo Menezes, coronel do exército."
Menezes é coronel de reserva do Exército e assumiu, durante o governo Bolsonaro, a Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa). Deixou o cargo em junho para se candidatar. Ele é um dos 11 postulantes à prefeitura de Manaus que ainda deverão passar pelo crivo da Justiça Eleitoral antes de serem oficializados como candidatos.
Agência Estado
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