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Protesto

- Publicada em 15h07min, 07/09/2020. Atualizada em 15h09min, 07/09/2020.

Grito dos excluídos faz ato contra preconceito, por trabalho e moradia

A 26ª edição do Grito dos Excluídos reuniu, na manhão desta segunda-feira, representantes de partidos de oposição e de movimentos indígenas, negros, feministas e LGBT no centro de Brasília. O tema desta edição foi Basta de Miséria, Preconteito e Repressão! Queremos Trabalho, Terra, Teto e Participação.
A 26ª edição do Grito dos Excluídos reuniu, na manhão desta segunda-feira, representantes de partidos de oposição e de movimentos indígenas, negros, feministas e LGBT no centro de Brasília. O tema desta edição foi Basta de Miséria, Preconteito e Repressão! Queremos Trabalho, Terra, Teto e Participação.
Eles fizeram um ato cênico às 9h no canteiro central da Esplanada dos Ministérios, entre o Teatro Nacional e o Museu da República. A performance durou cerca de uma hora.
Durante o ato, os manifestantes inflaram um boneco do presidente Jair Bolsonaro. Um grupo de mulheres tinha as mãos cobertas de tinta vermelha para denunciara violência de gênero. Outro grupo usava máscaras de ratos em protestos contra a corrupção e o que consideram tentativas de rasgar a Constituição. Um jovem interpretou um Cristo negro, cravejado de balas, para denunciar a violência urbana.
Logo depois que o Grito dos Excluídos encerrou o ato,e os manifestantes se dispersaram, por volta das 10h, um pequeno grupo de apoiadores de Bolsonaro concentrou-se emfrente ao Museu Nacional da República. De lá, marcharam até a Praça dos Três Poderes. Pouco antes da Catedral de Brasília, a Polícia Militar revistou os manifestantes, orientando para o uso de máscaras e confiscando suportes de madeira e de metal usado em faixas e bandeiras.
De acordo com a organização, o Grito dos Excluídos reuniu cerca de 200 pessoas. A Polícia Militar, não estimou o número de participantes. Os dois protestos, contra e a favor do governo, foram pacíficos e transcorreram sem incidentes.
Agência Brasil
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