Porto Alegre, sexta-feira, 31 de julho de 2020.

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Ministério Público

MP acusa Aloysio Nunes de ter recebido propina de R$ 500 mil

O Ministério Público de São Paulo acusa o ex-senador Aloysio Nunes (PSDB) de improbidade administrativa por, supostamente, ter recebido R$ 500 mil em propina da Odebrecht para financiar sua campanha ao Senado em 2010. A ação civil pública, apresentada pelo promotor Ricardo Manuel Castro, da 9º Promotoria de Justiça do Patrimônio Público e Social da Capital, sustenta que a doação da empreiteira não foi declarada à Justiça Eleitoral.
O Ministério Público de São Paulo acusa o ex-senador Aloysio Nunes (PSDB) de improbidade administrativa por, supostamente, ter recebido R$ 500 mil em propina da Odebrecht para financiar sua campanha ao Senado em 2010. A ação civil pública, apresentada pelo promotor Ricardo Manuel Castro, da 9º Promotoria de Justiça do Patrimônio Público e Social da Capital, sustenta que a doação da empreiteira não foi declarada à Justiça Eleitoral.
A ação pede que o tucano pague R$ 854.876,82 por indenização pelo suposto dano moral coletivo. Segundo o promotor, em 2010, Aloysio, então chefe da Casa Civil do governo paulista, teria se reunido com Armando Paschoal e Roberto Cumplido, diretores da Odebrecht, para pedir quantias para sua campanha.
Em troca do apoio financeiro, os diretores teriam pedido a resolução de pendências entre a construtura e o Governo de São Paulo, entre elas possíveis vantagens nas obras da rodovia Carvalho Pinto.
Os dados de Aloysio teriam sido repassados ao "departamento da propina" da empresa, onde o político ganhou o codinome de "Manaus", de acordo com a delação do ex-diretor da Odebrecht Carlos Armando Paschoal. A quantia teria sido recebida em duas parcelas de R$ 250 mil. À Folha, Aloysio disse que os fatos apontados na delação foram investigados por dois anos pela Polícia Federal, e que o inquérito foi arquivado por falta de provas há mais de um ano.
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