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investigação

Notícia da edição impressa de 24/06/2020. Alterada em 24/06 às 03h00min

Operação faz buscas, mas não acha mulher de Queiroz

O Ministério Público e a Polícia Militar de Minas Gerais cumpriram quatro mandados de busca e apreensão no estado na manhã desta terça-feira ligados à investigação sobre Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (REP-RJ) que foi preso na última quinta-feira em Atibaia, no interior de São Paulo.

O Ministério Público e a Polícia Militar de Minas Gerais cumpriram quatro mandados de busca e apreensão no estado na manhã desta terça-feira ligados à investigação sobre Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (REP-RJ) que foi preso na última quinta-feira em Atibaia, no interior de São Paulo.

A operação tentou localizar a mulher de Queiroz, Márcia Oliveira de Aguiar, foragida e considerada peça importante para esclarecer parte das apurações do Ministério Público do Rio de Janeiro sobre suposto esquema de "rachadinha" no gabinete de Flávio quando ele ocupava uma cadeira na Assembleia Legislativa do Rio. O Ministério Público de Minas disse, porém, que ela não foi encontrada.

Márcia teve seu mandado de prisão expedido no dia 16 de junho, na primeira fase da Operação Anjo, que levou Queiroz à prisão em um imóvel do advogado Frederick Wassef, ligado à família Bolsonaro. Além de ter sido assessor de Flávio, Queiroz é amigo do presidente Jair Bolsonaro desde os anos 1980.

Na segunda-feira à noite, a defesa de Márcia Aguiar entrou com um pedido de habeas corpus, distribuído nesta terça para a 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio. A investigação sobre esse caso é mantida em segredo de Justiça. A ação desta terça-feira em Minas foi realizada em apoio às investigações do Ministério Público do Rio de Janeiro.

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