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justiça eleitoral

Notícia da edição impressa de 07/04/2020. Alterada em 07/04 às 03h00min

Barroso diz que até junho define eleição, mas é contra unificar pleitos

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deve decidir em junho se adia ou não as eleições municipais deste ano. A afirmação, feita em entrevista ao UOL, foi do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, que em maio assume a presidência do TSE.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deve decidir em junho se adia ou não as eleições municipais deste ano. A afirmação, feita em entrevista ao UOL, foi do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, que em maio assume a presidência do TSE.

O adiamento do pleito deste ano, marcado para outubro, vem sendo cogitado devido à pandemia do novo coronavírus. "A verdade é que nós estamos monitorando a evolução da doença. Não gostaria de adiar as eleições, acho que ainda não é preciso decidir isso neste momento, mas acho que não podemos fechar os olhos a este risco. Imaginaria junho como sendo o momento em que nós temos que ter uma definição. O que eu sou radicalmente contra é o cancelamento das eleições e fazer todas coincidirem em 2022", disse o ministro Barroso.

Para o ministro, o seria adiar "por um prazo máximo de dois meses" as eleições deste ano. Unir as eleições municipais e nacionais violaria, para ele, a "vontade do eleitor" que votou para um mandato de quatro anos dos governantes. Barroso também avalia que o excesso de candidatos criaria "um inferno gerencial".

"Nós estamos estimando 750 mil candidatos entre prefeitos e vereadores. Se você juntar isso a milhares de candidatos nas eleições nacionais vai criar um inferno gerencial nestas eleições", afirmou o futuro presidente da corte eleitoral.