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Alterada em 14/03 às 14h24min

Mourão lamenta morte de Bebianno; Bolsonaro silencia

Mourão lembrou que Bebianno esteve desde o início na campanha que elegeu o presidente

Mourão lembrou que Bebianno esteve desde o início na campanha que elegeu o presidente


MAURO PIMENTEL/AFP/JC
O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, lamentou neste sábado a morte do advogado Gustavo Bebianno, ex-ministro da Secretaria-Geral da Presidência. Mourão lembrou que Bebianno esteve desde o início na campanha que elegeu o presidente Jair Bolsonaro e disse que a política "não apaga o bom combate" que travaram juntos. Bolsonaro ainda não se manifestou.
O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, lamentou neste sábado a morte do advogado Gustavo Bebianno, ex-ministro da Secretaria-Geral da Presidência. Mourão lembrou que Bebianno esteve desde o início na campanha que elegeu o presidente Jair Bolsonaro e disse que a política "não apaga o bom combate" que travaram juntos. Bolsonaro ainda não se manifestou.
Coordenador da campanha de Bolsonaro em 2018, Bebianno morreu aos 56 anos na madrugada deste sábado em Teresópolis. Segundo o presidente estadual do PSDB, Paulo Marinho, Bebianno estava em um sítio com seu filho quando se sentiu mal, por volta das 4h. Marinho ainda disse que ele foi levado a um hospital da cidade, onde teria tido um 'infarto fulminante'.
"Transmito meus pêsames à família de Gustavo Bebianno, que esteve conosco desde os primeiros momentos da campanha vitoriosa de Jair Bolsonaro. Eventualmente, a política nos afasta, mas não apaga o bom combate que travamos juntos", escreveu o vice-presidente.
O único integrante do primeiro escalão do Executivo a comentar a morte da presidente Bolsonaro foi o ministro da Educação, Abraham Weitraub. "Nesse momento, deixo no passado as divergências. Manifesto meus sentimentos à família e desejo que ele esteja em paz, em um lugar melhor", escreveu no Twitter.
O ex-ministro foi coordenador da campanha de Jair Bolsonaro em 2018 e se aproximou do presidente no início de 2017 como um admirador e eleitor. Ele se tornou presidente nacional do PSL quando Bolsonaro ingressou no partido.
Ao assumir a Secretaria-Geral da Presidência, foi alvo de críticas do filho do presidente, o vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ), e da ala ligada ao grupo do guru Olavo de Carvalho. Ele deixou o governo em 18 de fevereiro de 2019.
Após deixar o governo, Bebianno passou uma temporada nos Estados Unidos. Na volta ao Brasil, se aproximou de João Doria, para quem vinha prestando consultoria. Filiado ao PSDB, ele chegou a confirmar sua pré-candidatura a prefeitura do Rio no início do mês.
Neste sábado, o presidente apareceu, dentro do Palácio do Alvorada, de bermuda e com uma camiseta amarela com a frase 'O meu partido é o Brasil'. A camiseta foi utilizada durante a campanha eleitoral. No dia em que sofreu o ataque a faca em Juiz de Fora (MG), em 6 de setembro de 2018, o presidente vestia um modelo semelhante.
O deputado federal Coronel Tadeu (PSL-SP) também lamentou a morte de Bebianno, e destacou seu papel importante na construção do Governo Bolsonaro.
"Vi Bebianno duas vezes na vida aqui em São Paulo durante a campanha. Inegavelmente, ele foi um dos braços fortes que ajudou Bolsonaro a ser presidente. Só por isso já valeu a pena a sua existência aqui na Terra. Aos familiares, os meus sentimentos e ao Bebianno descanse em paz".