Porto Alegre, sábado, 14 de março de 2020.
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direitos humanos

Alterada em 14/03 às 13h25min

Após dois anos, caso Marielle ainda tem lacunas e segue sem respostas

Vereadora do Rio de Janeiro e seu motorista foram mortos há dois anos

Vereadora do Rio de Janeiro e seu motorista foram mortos há dois anos


MÍDIA NINJA/DIVULGAÇÃO/JC
Dois anos depois do assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes, em 14 de março de 2018, no Rio de Janeiro, perguntas cruciais sobre o caso seguem sem respostas. O policial militar reformado Ronnie Lessa e o ex-PM Élcio Queiroz foram presos há um ano, acusados de serem os executores do crime - eles negam -, mas os mandantes não foram identificados. Lessa e Queiroz devem ser submetidos a júri popular este ano.
Dois anos depois do assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes, em 14 de março de 2018, no Rio de Janeiro, perguntas cruciais sobre o caso seguem sem respostas. O policial militar reformado Ronnie Lessa e o ex-PM Élcio Queiroz foram presos há um ano, acusados de serem os executores do crime - eles negam -, mas os mandantes não foram identificados. Lessa e Queiroz devem ser submetidos a júri popular este ano.
As principais linhas de investigação foram sendo descartadas sem que outras tenham vindo a público. Como o caso é mantido sob segredo de Justiça, pontos básicos do crime, como a motivação do assassinato, continuam desconhecidos. Ainda nestes dois anos, acusações graves foram feitas à equipe de investigação da Polícia Civil - que receberia propina de milicianos - e uma "investigação da investigação" chegou a ser instaurada pela Polícia Federal. Os resultados das apurações nunca foram apresentados.