Porto Alegre, quinta-feira, 12 de março de 2020.
Dia do Bibliotecário.

Jornal do Comércio

Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

CORRIGIR

Saúde

12/03/2020 - 12h50min. Alterada em 12/03 às 12h59min

Bolsonaro é monitorado sobre coronavírus após secretário testar positivo

Bolsonaro e comitiva que o acompanhou em Miami são monitorados por suspeita de coronavírus

Bolsonaro e comitiva que o acompanhou em Miami são monitorados por suspeita de coronavírus


EVARISTO SA/AFP/JC
Após cancelar viagem para Mossoró (RN) nesta quinta-feira (12), o presidente Jair Bolsonaro recebeu o diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Alexandre Ramagem. O chefe da Abin chegou ao Palácio da Alvorada por volta das 10h e ficou reunido com o presidente por cerca de uma hora.
Após cancelar viagem para Mossoró (RN) nesta quinta-feira (12), o presidente Jair Bolsonaro recebeu o diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Alexandre Ramagem. O chefe da Abin chegou ao Palácio da Alvorada por volta das 10h e ficou reunido com o presidente por cerca de uma hora.
O contexto da reunião é o surto de coronavírus em escalada no País. A Abin é um órgão da Presidência da República, ligado ao Gabinete de Segurança Institucional, e é responsável por monitorar e fornecer informações estratégicas para o Executivo.
Bolsonaro e integrantes da comitiva que o acompanhou em viagem a Miami, nos Estados Unidos, estão sendo monitorados após o secretário especial de Comunicação, Fábio Wajngarten, apresentar sintomas de gripe e ser submetido a um teste para o coronavírus. O resultado do exame foi divulgado há pouco e é positivo para o vírus.
A pandemia do coronavírus, declarada na quarta-feira (11) pela Organização Mundial da Saúde (OMS), foi uma das razões para Bolsonaro cancelar viagem para Mossoró, no Rio Grande do Norte, nesta quinta. O evento foi adiado por "razões de segurança sanitária", segundo informou o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho.

Impacto

A situação do coronavírus também foi tema de reunião de emergência com o ministro da Economia, Paulo Guedes, realizada ontem na Câmara dos Deputados. Antes de seguir para o Congresso, Guedes se encontrou com Bolsonaro. A pasta de Guedes revisou ontem as estimativas de crescimento para 2020, que passa de alta de 2,4% no PIB para 2,1%.