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- Publicada em 03h00min, 21/02/2020.

Presidente Jair Bolsonaro assina GLO para Fortaleza

O presidente Jair Bolsonaro assinou decreto que institui Garantia da Lei e da Ordem (GLO) em Fortaleza no fim da tarde desta quinta-feira (20). A informação foi anunciada pelo presidente ao chegar no Palácio da Alvorada. "Acabei de assinar a GLO para Fortaleza. O governador (Camilo Santana) preencheu os requisitos", disse Bolsonaro a jornalistas.
O presidente Jair Bolsonaro assinou decreto que institui Garantia da Lei e da Ordem (GLO) em Fortaleza no fim da tarde desta quinta-feira (20). A informação foi anunciada pelo presidente ao chegar no Palácio da Alvorada. "Acabei de assinar a GLO para Fortaleza. O governador (Camilo Santana) preencheu os requisitos", disse Bolsonaro a jornalistas.
Em seguida, o presidente afirmou que o governo precisa do Parlamento para que seja aprovado o excludente de ilicitude, que acabou ficando de fora do pacote anticrime defendido pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro. Bolsonaro disse que a medida poderia dar amparo aos militares que irão atuar no Ceará durante operações de GLO.
"Deixo bem claro uma coisa, a gente precisa do Parlamento para que seja aprovado o excludente de ilicitude. Minha consciência fica pesada nesse momento porque tem muito jovem de 20 anos de idade que está na missão (da GLO). É uma missão que se aproxima a uma de guerra", disse o presidente.
"Depois, caso tenha qualquer problema, pode ser julgado por lei de paz. Então, nós temos que dar garantida jurídica, retaguarda jurídica a esses militares das Forças Armadas que estão nessa missão. É irresponsabilidade nós continuarmos fazendo essa operação sem dar essa garantia aos integrantes das Forças Armadas", declarou Bolsonaro.
Sobre o episódio envolvendo o senador Cid Gomes (PDT-CE) - que foi baleado ontem após tentar invadir quartel tomado por policiais amotinados -, o presidente disse que "/imagens valem mais do que milhões de palavras".
 
Agência Estado

'Democracia nunca esteve tão forte', diz Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro declarou nesta quinta-feira (20), pelo Twitter, que "a democracia nunca esteve tão forte". O tuíte, lacônico, aparece na sequência de uma série de desentendimentos entre o governo e o Congresso.
Também nesta quinta-feira, o ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que o Congresso "não precisa pisar no nosso pé", em referência às emendas impositivas demandadas pelos parlamentares.
Na quarta-feira, o ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Augusto Heleno, disse que o governo não poderia aceitar o que chamou de chantagem do Congresso, em diálogo captado em transmissão ao vivo. A fala de Heleno repercutiu mal entre os presidentes do Senado e da Câmara, Davi Alcolumbre (DEM-AP) e Rodrigo Maia (DEM-RJ), respectivamente.
"Uma pena que um ministro com tantos títulos tenha se transformado num radical ideológico contra a democracia, contra o Parlamento. É muito triste", declarou o presidente da Câmara, Rodrigo Maia.
 
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