Porto Alegre, terça-feira, 18 de fevereiro de 2020.

Jornal do Comércio

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Governo Federal

Notícia da edição impressa de 11/02/2020. Alterada em 11/02 às 03h00min

Sem análise do Congresso, MPs devem caducar

Bolsonaro assinou medidas em retaliação à imprensa e a UNE e UBES

Bolsonaro assinou medidas em retaliação à imprensa e a UNE e UBES


/Wilson Dias/Agência Brasil/JC/
Duas medidas provisórias (MP) do governo devem perder validade nesta semana sem ser analisadas pelo Congresso. Os textos, sobre a emissão de carteirinhas estudantis e a publicação de editais de licitações em jornais, devem ser arquivados. Para não caducarem, têm de ser votadas até domingo.
Duas medidas provisórias (MP) do governo devem perder validade nesta semana sem ser analisadas pelo Congresso. Os textos, sobre a emissão de carteirinhas estudantis e a publicação de editais de licitações em jornais, devem ser arquivados. Para não caducarem, têm de ser votadas até domingo.
Neste domingo (9), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), se reuniram no Palácio da Alvorada. O Palácio do Planalto não informou se as MPs foram assunto do encontro. Bolsonaro já admitiu que elas devem caducar.
As duas MPs são consideradas retaliação do governo. Em agosto, o presidente assinou MP para pôr fim à divulgação de balanço de empresas de capital aberto em jornais. Bolsonaro chegou a dizer que a medida era uma "retribuição" a como foi tratado pela imprensa durante a campanha.
Já a MP da Liberdade Estudantil retira o monopólio da União Nacional dos Estudantes (UNE) e da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes) na emissão de carteirinhas.