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Porto Alegre, sexta-feira, 07 de fevereiro de 2020.
Dia do Gráfico.

Jornal do Comércio

Política

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Prefeitura de Porto Alegre

Edição impressa de 07/02/2020. Alterada em 06/02 às 21h22min

Marchezan discute projetos do transporte na Câmara

Chefe do Executivo disse que medidas têm o endosso de especialistas

Chefe do Executivo disse que medidas têm o endosso de especialistas


/LEONARDO CONTURSI/CMPA/JC
Rariane Costa

O prefeito Nelson Marchezan Júnior (PSDB), visitou, nesta quinta-feira, a Câmara de Porto Alegre. Em reunião com vereadores e com o presidente da casa, Reginaldo Pujol (DEM), uma das pautas levantadas foi o Pacote Transporte Cidadão, com medidas que, se aprovadas em sua totalidade, podem permitir uma redução na tarifa do ônibus urbano da Capital para até R$ 2,00.

O prefeito Nelson Marchezan Júnior (PSDB), visitou, nesta quinta-feira, a Câmara de Porto Alegre. Em reunião com vereadores e com o presidente da casa, Reginaldo Pujol (DEM), uma das pautas levantadas foi o Pacote Transporte Cidadão, com medidas que, se aprovadas em sua totalidade, podem permitir uma redução na tarifa do ônibus urbano da Capital para até R$ 2,00.

O prefeito garantiu que as medidas têm apoio de especialistas da área e que não é viável que apenas a parcela mais vulnerável da população pague as despesas. "Ou o subsídio vem dos cofres do município ou vem de forma indireta. Fizemos algumas sugestões e continuamos aguardando outras (propostas) dos que não acharem nenhuma delas boas". Líderes das bancadas da oposição não participaram da reunião e afirmaram não ter sido convidados.

Ainda sobre os seis projetos do pacote que seguem em tramitação, o líder do Executivo afirmou seguir um caminho inevitável mas necessário. "Tudo o que é novo demora para que a sociedade se acostume. As pessoas não estão acostumadas a tratar o transporte coletivo como pauta porque essa é uma pauta de pobres, uma pauta de trabalhadores. É evidente que para aqueles que têm mais voz isso não entra nas orações", disse. 

Marchezan afirmou ainda não pretender tomar medidas para acelerar a votação dos demais projetos do pacote. "Acho que há uma consciência da maioria dos líderes e do presidente do Legislativo da importância dos projetos. É neste mês de fevereiro que, por lei, a tarifa é reajustada. Aqui em Porto Alegre inevitavelmente, se nada for feito, além da tarifa mais alta vai ser o maior reajuste de todas as capitais do Brasil", acrescentou. 

Na conversa com vereadores, Marchezan também levantou sugestões com relação ao projeto do mobiliário urbano. O Ministério Público apontou vício de origem na matéria, uma vez que não poderia ter sido proposta por vereadores e sim pelo prefeito. Diante do alerta do MP, Marchezan levantou a possibilidade de enviar novo projeto, idêntico ao anterior, para que não houvesse prejuízos à iniciativa privada e editais de mobilidade urbana ligados à legislação.

"Essa foi uma consulta informal com os vereadores para vermos essa hipótese, para que tenhamos segurança jurídica e não façamos disso um debate que demore dois anos e cause instabilidade", afirmou.

No encontro, Marchezan também fez votos positivos para o novo ano legislativo, iniciado na segunda-feira.

Prefeitos da Região Metropolitana são convidados a discutir pacote

Na próxima semana, o prefeito de Porto Alegre, Nelson Marchezan Júnior (PSDB), deve se reunir com prefeitos da Região Metropolitana para discutir o futuro do transporte coletivo nos municípios vizinhos e Capital.

Além do presidente da Associação dos Municípios da Região Metropolitana de Porto Alegre (Granpal), Miki Breier (PSB), prefeito de Cachoeirinha, Marchezan solicitou a presença dos demais prefeitos que compõem a Granpal. Representantes do Tribunal de Contas do Estado, Ministério Público Estadual, Metroplan, Associação dos Transportadores de Passageiros e Associação dos Transportadores Intermunicipais Metropolitanos de Passageiros também foram convidados.

A principal pauta do encontro deve estar relacionada a um dos projetos que compõem o pacote Transporte Cidadão, enviado à Câmara de Porto Alegre, que pretende viabilizar a chamada tarifa de congestionamento. A gestão municipal propõe que veículos vindos de outras cidades paguem o valor de R$ 4,70 para entrar e sair quantas vezes quiserem de Porto Alegre, valor este que é igual a passagem de ônibus paga hoje na cidade, ou o equivalente a um litro de gasolina.

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