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Porto Alegre, quinta-feira, 06 de fevereiro de 2020.
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Jornal do Comércio

Política

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Partidos

Edição impressa de 06/02/2020. Alterada em 06/02 às 03h00min

Com bens bloqueados, Lula passa a receber salário do PT

Solto em novembro após 580 dias de prisão, mas com os bens bloqueados por decisão judicial, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) passou a receber, em janeiro deste ano, salário do PT na condição de dirigente político sem mandato. 

Solto em novembro após 580 dias de prisão, mas com os bens bloqueados por decisão judicial, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) passou a receber, em janeiro deste ano, salário do PT na condição de dirigente político sem mandato. 

A direção do PT não revelou o valor do salário do ex-presidente nem se ele é contratado em regime de CLT ou como pessoa jurídica. No partido, o pagamento de um dirigente político sem mandato costuma ser pouco inferior ao salário de um deputado federal, hoje de R$ 33.763,00. 

Lula foi funcionário do PT até ser eleito presidente da República, em 2002. Em 2015, quando deixou a Presidência, passou a ganhar R$ 20 mil mensais provenientes de retiradas do fundo de sua empresa de palestras.

Em um depoimento, o ex-presidente disse receber uma pensão de cerca de R$ 6 mil como anistiado político da ditadura militar. Embora Lula tenha declarado esse valor, sua assessoria não quis confirmá-lo. A assessoria do PT afirma que o valor do salário do ex-presidente será declarado à Justiça Eleitoral na prestação de contas do partido.

Lula deixou a Superintendência da Polícia Federal em Curitiba após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que mudou em novembro seu entendimento em relação à prisão de condenados antes do trânsito em julgado (fim dos recursos).

O petista foi preso após ser condenado por corrupção e lavagem de dinheiro no caso do tríplex de Guarujá (SP). No período em que Lula esteve preso, as finanças do petista passaram por deterioração. O ex-juiz federal Sérgio Moro, então responsável pela Operação Lava Jato, bloqueou mais de R$ 600 mil de contas bancárias e cerca de R$ 9 milhões que estavam depositados em dois planos de previdência privada do ex-presidente.

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