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Relações Internacionais

- Publicada em 17h12min, 25/01/2020.

Bolsonaro e Modi defendem reforma no conselho de segurança da ONU

Bolsonaro e o primeiro-ministro indiano assinaram 15 atos para facilitar o comércio entre os países

Bolsonaro e o primeiro-ministro indiano assinaram 15 atos para facilitar o comércio entre os países


Alan Santos/PR/DIVULGAÇÃO/JC
O presidente Jair Bolsonaro e o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, afirmaram neste sábado (25) que ambos os países defendem uma reforma no Conselho de Segurança da ONU. As declarações foram dadas após a assinatura de 15 atos para promover e facilitar o comércio e os investimentos entre ambos os países.
O presidente Jair Bolsonaro e o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, afirmaram neste sábado (25) que ambos os países defendem uma reforma no Conselho de Segurança da ONU. As declarações foram dadas após a assinatura de 15 atos para promover e facilitar o comércio e os investimentos entre ambos os países.
"São dois grandes países. Estamos entre as dez maiores economias do mundo, juntos somos 1,5 bilhão de habitantes", comentou Bolsonaro a jornalistas após chegar ao hotel em que está hospedado na capital indiana para uma missão presidencial de quatro dias. "Acredito que seria bom para o mundo Brasil e Índia estarem nesse clube".
Modi comentou em seu discurso que as visões e a importância global e multilateral de Brasil e Índia são convergentes. "Nossas visões em vários desafios enfrentados pelo mundo de hoje são muito parecidas. Nossa parceria nos BRICS (grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) , a reforma no Conselho de Segurança da ONU e outras organizações internacionais."
O Conselho de Segurança da ONU é composto por cinco membros permanentes e dez eleitos pela Assembleia Geral temporariamente. Apenas os membros permantentes - Rússia, China, Estados Unidos, França e Reino Unido - têm poder de veto na organização, em um composição que em grande parte reflete o equilíbrio de poder global logo após a 2ª Guerra.
A ideia de o Brasil ocupar um assento no Conselho é antiga, bem como as propostas de reforma da ONU. Desde os anos 90, países emergentes argumentam que o poder de veto não poderia estar limitado aos cinco países. Brasil e Índia ainda se aliaram a Alemanha e Japão para solicitar uma ampliação que os incluísse, sob a justificativa de que tal formato seria uma melhor representação do cenário político atual.
Agência Estado
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