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Porto Alegre, segunda-feira, 20 de janeiro de 2020.
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Jornal do Comércio

Política

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Edição impressa de 20/01/2020. Alterada em 20/01 às 03h00min

Aliança pelo Brasil quer concluir colheita de assinaturas até fevereiro

Os criadores do Aliança pelo Brasil, partido político que o presidente Jair Bolsonaro quer tirar do papel, acreditam que será possível ter todas as assinaturas necessárias a favor da criação da legenda já no início do próximo mês. São necessários 492 mil apoiamentos distribuídos proporcionalmente pelo País para o registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Os criadores do Aliança pelo Brasil, partido político que o presidente Jair Bolsonaro quer tirar do papel, acreditam que será possível ter todas as assinaturas necessárias a favor da criação da legenda já no início do próximo mês. São necessários 492 mil apoiamentos distribuídos proporcionalmente pelo País para o registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
"A meta era a do Distrito Federal, cumprir em fevereiro, daqui a duas semanas. Acho que até fevereiro a gente resolve o Brasil. Vamos trabalhar para isso. Receber os apoiamentos eu garanto. Se tudo vai estar processado, vai depender", comentou o advogado Luís Felipe Belmonte, segundo vice-presidente e um dos principais articuladores da agremiação.
Ele liderou, sábado (18), um evento com apoiadores que contou com a presença de Bolsonaro. Na ocasião, Belmonte voltou a criticar o fundo eleitoral de R$ 2 bilhões sancionado pelo presidente - embora tenha dito compreender as razões do chefe do Executivo para a sanção.
"Dentro do limite que o próprio TSE encaminhou e Congresso aprovou, ele correria risco de questionamentos severos. Ele está cumprindo a lei". Belmonte também anunciou que os comandos regionais do Aliança, quando criados, serão submetidos a uma "peneira" pela cúpula. Simpatizantes têm reivindicado nas redes sociais o controle do partido, sem qualquer respaldo dos líderes.
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