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Porto Alegre, quarta-feira, 15 de janeiro de 2020.

Jornal do Comércio

Política

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pacote do governo

Edição impressa de 15/01/2020. Alterada em 15/01 às 03h00min

Governo Leite deve apresentar nesta quarta-feira novo projeto sobre carreira do magistério

Líder do governo, Frederico Antunes admite revisão da tabela salarial

Líder do governo, Frederico Antunes admite revisão da tabela salarial


CELSO BENDER/AGÊNCIA ALRS/JC
Durante a reunião de terça-feira (14) entre membros do Executivo e da base aliada, na qual foi discutida modificações nos projetos que alteram a carreira e a Previdência do serviço público, o líder do governo, Frederico Antunes (PP), revelou aos parlamentares que o novo projeto do magistério deve chegar ainda na manhã desta quarta-feira (15) à Assembleia Legislativa. A nova proposta para o plano de carreira dos professores deve, por um lado, contemplar o reajuste de 12,85% aplicado ao piso nacional do magistério; por outro, deve diminuir mais benefícios para viabilizar o pagamento do piso.
Durante a reunião de terça-feira (14) entre membros do Executivo e da base aliada, na qual foi discutida modificações nos projetos que alteram a carreira e a Previdência do serviço público, o líder do governo, Frederico Antunes (PP), revelou aos parlamentares que o novo projeto do magistério deve chegar ainda na manhã desta quarta-feira (15) à Assembleia Legislativa. A nova proposta para o plano de carreira dos professores deve, por um lado, contemplar o reajuste de 12,85% aplicado ao piso nacional do magistério; por outro, deve diminuir mais benefícios para viabilizar o pagamento do piso.
Em entrevista ao Jornal do Comércio nesta segunda-feira (13), Antunes antecipou que um dos pontos que devem ser modificados é a tabela salarial que indica o vencimento básico dos professores, de acordo com a posição na carreira. "Se não for feito isso (mudar a tabela), é melhor não fazer nada, porque continuaremos pagando o completivo", declarou.
A tabela foi o ponto de maior resistência da base aliada à proposta do governo de reformular a carreira do magistério. Pressionados em suas bases, os deputados governistas transmitiram à insatisfação ao governo: não votariam a favor da tabela que previa aumento de apenas 7% entre o salário no início da carreira e o do final.
Por conta disso, o governo apresentou uma segunda versão do projeto, na qual a diferença entre o salário inicial e o final seria de 30%, conforme a presidente do Cpers/Sindicato, Helenir Schürer. Nessa versão, o Palácio Piratini se comprometeu em reajustar o salário dos professores em até 20%, aproximadamente. 
Antunes comparou o reajuste que seria concedido em 2020 com o reajuste do piso: "O percentual (que reajustou a tabela) que admitimos para pagar o piso sem o completivo, que girava em torno de 6%, é metade daquilo que foi oficializado em nível federal como o indexador do piso do magistério".
Na reunião desta quarta-feira, Antunes quer discutir com os líderes das bancadas governistas não só a nova proposta do magistério, mas também o projeto que fixa o subsídio mensal do Instituto-Geral de Perícias (IGP) e o que trata da aposentadoria especial dos polícias civis e agentes penitenciários. Na semana passada, foram debatidos as proposições que tratam da previdência dos militares e do estabelecimento do subsídio para os membros da Brigada Militar.
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