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Porto Alegre, terça-feira, 03 de dezembro de 2019.

Jornal do Comércio

Política

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Assembleia Legislativa

Edição impressa de 03/12/2019. Alterada em 02/12 às 21h32min

PDT fecha questão contra pacote do governo

Com presença de lideranças nacionais, diretório estadual pedetista definiu orientação de voto aos projetos

Com presença de lideranças nacionais, diretório estadual pedetista definiu orientação de voto aos projetos


/JOÃO SILVESTRE/DIVULGAÇÃO/JC
Com a presença de lideranças nacionais, o diretório estadual do PDT fechou questão, nesta segunda-feira (2) contra o pacote de projetos que modificam a carreira e a Previdência dos servidores públicos do Rio Grande do Sul. Além dos pedetistas e outros partidos da oposição, como o PT e PSOL, membros da base aliada do governo Eduardo Leite (PSDB) também manifestaram discordância quanto ao pacote - especialmente, a proposta de alteração do plano de carreira do magistério. Entre eles, as bancadas do PP, MDB e PSB. 
Com a presença de lideranças nacionais, o diretório estadual do PDT fechou questão, nesta segunda-feira (2) contra o pacote de projetos que modificam a carreira e a Previdência dos servidores públicos do Rio Grande do Sul. Além dos pedetistas e outros partidos da oposição, como o PT e PSOL, membros da base aliada do governo Eduardo Leite (PSDB) também manifestaram discordância quanto ao pacote - especialmente, a proposta de alteração do plano de carreira do magistério. Entre eles, as bancadas do PP, MDB e PSB. 
"Estudamos a fundo o pacote do governo Leite e identificamos inúmeras injustiças, afinal o projeto pune apenas os nossos servidores, sobretudo aqueles que ganham menos. Se há uma crise, é preciso chamar todos os agentes para o debate. Punir nossos servidores significa sucatear o serviço público", avaliou a líder da bancada do PDT, Juliana Brizola. 
Nota assinada pelo presidente estadual da sigla, deputado federal Pompeo de Mattos, sustenta que "o partido orienta a sua bancada de deputados (quatro parlamentares) o voto contrário a todos os projetos do pacote apresentado".
Na sexta-feira passada, a maior bancada governista - a do MDB, que ocupa oito cadeiras no Parlamento - também divulgou uma nota. "Da forma que foi encaminhada, não concordamos com a proposta que prevê alterações na carreira do magistério. Entendemos que será necessário um profundo e amplo diálogo com os parlamentares e com a categoria, no sentido de aprimorar o projeto e deixá-lo atrativo para os professores", menciona o documento. Os emedebistas pedem ainda mais tempo para analisar o pacote.
No mesmo dia da nota do MDB, a segunda maior bancada da base - a do PP, que tem seis assentos - também se posicionou contra a matéria de revisão do plano de carreira dos professores. "Da forma que foi apresentada, não há condições de ser votada", resumiu o líder da bancada, Sérgio Turra. A nota assinada pelos parlamentares da sigla, determina que "há consenso entre os parlamentares sobre a necessidade de aperfeiçoamento da proposta para a aprovação da mesma".
Quanto ao PSB, dois dos três deputados - Elton Weber e Franciane Bayer - se posicionaram contra as mudanças no magistério. Weber explicou que não concordam com o achatamento salarial proposto pelo Piratini. Hoje, a diferença de remuneração entre o professor de Nível I e o de Nível 6 é de 100%. Na proposta do governo, será de 7%.
Os profissionais da educação estão em greve há duas semanas. Outras categorias do funcionalismo também entraram em greve na semana passada. Diante da pressão dos parlamentares e dos sindicatos do funcionalismo, o Palácio Piratini estuda enviar à Assembleia Legislativa um substitutivo alterando as medidas.
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