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Porto Alegre, terça-feira, 26 de novembro de 2019.

Jornal do Comércio

Política

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Edição impressa de 26/11/2019. Alterada em 26/11 às 03h00min

Escolas cívico-militares

O governo federal acelera seu projeto para implantar escolas-militares em todo o País. Quer cumprir a meta de implantar 216 unidades até 2022. Em Goiás, estado pioneiro na implantação, segundo o tenente-coronel Zucco, deputado estadual do PSL gaúcho e entusiasta do projeto. Ele esteve em Brasília tratando do assunto e disse que esse modelo já funciona, e os alunos têm os mesmos professores, a mesma carga horária, mas em contrapartida, é criada uma atmosfera, uma sensação de um ambiente muito mais prazeroso, salutar, organizado. "Imagina que os alunos chegam no colégio, uniformizados: um uniforme lindo, tanto o masculino quanto o feminino; boina, casquete, calça ou uma saia longa, cinto com fivela dourada, todos iguais. Não vai ter essa bagunça que a gente vê hoje em dia."
O governo federal acelera seu projeto para implantar escolas-militares em todo o País. Quer cumprir a meta de implantar 216 unidades até 2022. Em Goiás, estado pioneiro na implantação, segundo o tenente-coronel Zucco, deputado estadual do PSL gaúcho e entusiasta do projeto. Ele esteve em Brasília tratando do assunto e disse que esse modelo já funciona, e os alunos têm os mesmos professores, a mesma carga horária, mas em contrapartida, é criada uma atmosfera, uma sensação de um ambiente muito mais prazeroso, salutar, organizado. "Imagina que os alunos chegam no colégio, uniformizados: um uniforme lindo, tanto o masculino quanto o feminino; boina, casquete, calça ou uma saia longa, cinto com fivela dourada, todos iguais. Não vai ter essa bagunça que a gente vê hoje em dia."
Em Brasília já funciona
No Distrito Federal, sem muitos rodeios, o governador Ibaneis Rocha (MDB) determinou a implantação e, entre protestos e aplausos, as escolas cívico-militares de Brasília, com algumas reações de professores, já começam a funcionar. O saldo é positivo dizem os pais dos alunos. O objetivo do governo é que 54 escolas entrem no programa a cada ano educacional, o que inclui a orientação de alunos.
Resgatando valores
O senador gaúcho Luis Carlos Heinze (PP) comemora mais duas escolas para o Rio Grande do Sul, Uruguaiana e Alegrete. Ressalta que as escolas cívico-militares, "vem resgatar o respeito que as instituições e alunos tinham no passado de aprender a ser um cidadão melhor".
Alegrete e Uruguaiana
Segundo o senador gaúcho, "tinha uma seleção para ter pelo menos duas escolas por Estado, e eu e o tenete-coronel Zucco, conseguimos mais duas agora para o Rio Grande do Sul. Se os estados não quisessem, alguns ligados ao PT não queriam, nós requisitamos e conseguimos: Uruguaiana e Alegrete. Agora, é trabalhar para a implantação das escolas". Na avaliação de Heinze, "onde as escolas funcionam, o pessoal está muito satisfeito. A Brigada Militar já tem algumas experiências a respeito".
Disciplina e respeito
Luis Carlos Heinze afirma que "alguns soldados da Brigada em alguns municípios, já fazem esse trabalho; o próprio Exército, é mais difícil, mas já tem alguma coisa, até no Rio Grande do Sul". As crianças, frisa o senador, "têm outra orientação, disciplina, além das cadeiras normais, têm moral e cívica, hino da bandeira, hino nacional. Isso era normal nas escolas, hoje não tem mais. Esses valores é que vão ser resgatados".
Escolas são sucesso
Para o deputado Zucco "as escolas cívico-militares são um sucesso. Não tem como não ser um sucesso, porque no momento que tu tens um pátio organizado, uma hierarquia, uma disciplina, o respeito, isso reflete para dentro da sala de aula". As diferenças de financiamento das escolas podem ser de três fontes: o governo federal, o governo do estado e o próprio município. O deputado Zucco disse que "foi feita uma enquete que revelou que supera 65% os que desejam ter a escola cívico-militar (enquete informal). É impressionante, todo mundo quer".
 
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