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Porto Alegre, quarta-feira, 18 de setembro de 2019.
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Jornal do Comércio

Política

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contas públicas

Edição impressa de 18/09/2019. Alterada em 18/09 às 03h00min

Prefeitura de Porto Alegre mantém tendência de redução de despesas nos quadrimestres

A prefeitura de Porto Alegre manteve o quadro de redução de despesas que vem apresentando nos últimos quadrimestres. Conforme os dados, de janeiro a agosto deste ano, as despesas liquidadas ficaram em R$ 3,716 bilhões, uma redução de 2,5%, se comparadas a igual período de 2018, que ficaram em R$ 3,809 bilhões, valores corrigidos pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). As receitas totalizaram R$ 4,390 bilhões, contra os R$ 4,310 bilhões registrados no mesmo período do ano passado, uma variação de 1,9%.
A prefeitura de Porto Alegre manteve o quadro de redução de despesas que vem apresentando nos últimos quadrimestres. Conforme os dados, de janeiro a agosto deste ano, as despesas liquidadas ficaram em R$ 3,716 bilhões, uma redução de 2,5%, se comparadas a igual período de 2018, que ficaram em R$ 3,809 bilhões, valores corrigidos pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). As receitas totalizaram R$ 4,390 bilhões, contra os R$ 4,310 bilhões registrados no mesmo período do ano passado, uma variação de 1,9%.
Os resultados do segundo quadrimestre de 2019 foram demonstrados pelo secretário municipal da Fazenda, Leonardo Busatto, em audiência pública nesta terça-feira (17), na Comissão de Economia, Finanças, Orçamento e do Mercosul (Cefor) da Câmara Municipal de Porto Alegre. Conforme Busatto, a redução dos gastos e a busca pelo aumento das receitas próprias permitirá que, no final do ano que vem, o governo possa apresentar o ajuste das contas do município e realizar os investimentos que a cidade precisa.
As despesas com pessoal tiveram queda no segundo quadrimestre, ficando em R$ 2,733 bilhões, contra R$ 2,851 bilhões no mesmo período de 2018, uma variação negativa de 4,1%. O índice corresponde a 46,3% da Receita Corrente Líquida do município. O limite máximo da Lei de Responsabilidade Fiscal é de 54%, enquanto que o prudencial é de 51,3% e o de alerta é de 48,6%.
O Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN) cresceu, ficando em R$ 695,6 milhões, variação de 3,6%. Entre os itens que apresentaram redução nas receitas do município estão o Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU), com R$ 389,2 milhões, variação negativa de 4,6%, e o Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI), com R$ 168,4 milhões, variação negativa de 3,4%.
 
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