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Congresso Nacional

- Publicada em 03h03min, 17/09/2019. Atualizada em 03h00min, 17/09/2019.

Rodrigo Maia diz que vai analisar CPI da Lava Jato

Apesar de não ter visto requerimento, Maia não descartou abrir comissão

Apesar de não ter visto requerimento, Maia não descartou abrir comissão


/EVARISTO SA /AFP/JC
O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse nesta segunda-feira (16_, em evento em São Paulo, que vai avaliar o mérito de pedido de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a conduta dos responsáveis pela Operação Lava Jato.
O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse nesta segunda-feira (16_, em evento em São Paulo, que vai avaliar o mérito de pedido de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a conduta dos responsáveis pela Operação Lava Jato.
Protocolado por parlamentares da oposição, o requerimento reuniu 174 assinaturas - três acima do mínimo de 171. "Não vi ainda (o documento). CPI precisa ter fato determinado. É isso que preciso analisar nas próximas semanas", disse Maia, sem descartar a instalação.
No pedido, os deputados afirmam que o atual ministro da Justiça, Sérgio Moro, e procuradores do Paraná tentaram usar da estrutura do Judiciário para fins próprios e políticos. Esse argumento seria justificado pelas mensagens trocadas entre o grupo e reveladas pelo site The Intercept Brasil.
Durante sua fala a empresários e políticos reunidos para debater, entre outros assuntos, a necessidade de uma reforma tributária e de um corte radical de despesas do Estado, Maia citou que também o Judiciário deve participar desse processo.
Ao afirmar que Judiciário, além do Executivo e Legislativo, tem de entender a necessidade de cortar gastos, Maia ressaltou que essa postura evitaria falas como a do procurador de Minas Gerais Leonardo Azeredo, que classificou seu salário de R$ 24 mil como um "miserê" na semana passada.
Nesse contexto, o presidente da Câmara lembrou ainda da decisão do governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), de recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra o aumento de 16% nos subsídios de promotores e juízes estaduais. E comentou, com surpresa, que a Corte ainda vai analisar pedido dos advogados da União, que pleiteiam o mesmo período de férias do Judiciário: 60 dias no ano.
 
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