Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quarta-feira, 11 de setembro de 2019.

Jornal do Comércio

Política

COMENTAR | CORRIGIR

operação Lava jato

Alterada em 11/09 às 19h42min

TRF4 aumenta pena de ex-diretor da Petrobras

Duque foi condenado sob a acusação de ter recebido cerca de R$ 2 milhões em propina

Duque foi condenado sob a acusação de ter recebido cerca de R$ 2 milhões em propina


MARCELO CAMARGO/ABR/JC
Agência Brasil
O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) decidiu na quarta-feira (11) aumentar a pena do ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque, condenado em um dos processos da Operação Lava Jato pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Com a decisão, a pena passou de 3 anos e 4 meses para 3 anos e 6 meses de prisão. 
O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) decidiu na quarta-feira (11) aumentar a pena do ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque, condenado em um dos processos da Operação Lava Jato pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Com a decisão, a pena passou de 3 anos e 4 meses para 3 anos e 6 meses de prisão. 
No processo, Duque foi condenado pela Justiça Federal no Paraná sob a acusação de ter recebido cerca de R$ 2 milhões em propina do representante de uma empresa italiana de petróleo em um contrato para instalação do gasoduto dos campos de Lula e de Cernambi, da Petrobras. 
No processo, a defesa do ex-diretor pediu o abrandamento da pena para afastar valorações negativas e a revogação do confisco de seus imóveis. 
Na Lava Jato, Renato Duque foi condenado em mais seis processos, cujas condenações também foram confirmadas pelo TRF4. 
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia