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Porto Alegre, quinta-feira, 22 de agosto de 2019.
Dia do Folclore.

Jornal do Comércio

Política

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governo federal

Alterada em 22/08 às 20h19min

'É temerário falar em privatizar a Petrobras até 2022', diz Rodrigo Maia

Estadão Conteúdo
O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou nesta quinta que é "temerário" falar na hipótese de privatizar a Petrobras até 2022, por se tratar de uma empresa de capital aberto. "Eu estive a manhã inteira de ontem com o governo e não me falaram nada de privatizar a Petrobras", disse o parlamentar, depois de participar de evento em São Paulo.
O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou nesta quinta que é "temerário" falar na hipótese de privatizar a Petrobras até 2022, por se tratar de uma empresa de capital aberto. "Eu estive a manhã inteira de ontem com o governo e não me falaram nada de privatizar a Petrobras", disse o parlamentar, depois de participar de evento em São Paulo.
"Falar na hipótese de privatizar uma empresa de capital aberto não parece o caminho correto. Você mexe com o valor de uma ação sem informar antes os seus acionistas e a sociedade como um todo que você pretende fazer isso", afirmou. "No caso da Eletrobras isso foi feito, então eu tenho condições de falar", disse o presidente da Câmara, para quem o correto, neste momento, é focar na privatização da empresa de energia elétrica.
Para Maia, falar de qualquer outra empresa que tenha ação listada, que não seja a Eletrobras, "parece um risco desnecessário por parte de quem tem vocalizado esse tema".
Em relação à Eletrobras, o parlamentar ressaltou que, segundo o governo, a empresa perdeu a capacidade de investir, pois precisa fazer investimentos de R$ 16 bilhões e só tem investidos R$ 3 bilhões. "Sendo verdade, e eu acredito que seja, quem perde são os brasileiros", declarou Maia.
Na avaliação de Maia, o governo tem agora de mostrar aos parlamentares que a empresa não gera caixa, pois o Congresso precisa de argumento. "Agora falta convencer 257 deputados, quer dizer, 256, porque eu não voto", disse o parlamentar, em referência à maioria simples necessária para aprovar a questão.
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