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Porto Alegre, sexta-feira, 16 de agosto de 2019.
Dia do Filósofo.

Jornal do Comércio

Política

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Governo Federal

Edição impressa de 16/08/2019. Alterada em 16/08 às 03h00min

Jair Bolsonaro anuncia troca de comando da Polícia Federal no Rio de Janeiro

Chefe do Executivo (c) disse que motivos são 'gestão e produtividade'

Chefe do Executivo (c) disse que motivos são 'gestão e produtividade'


/MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL/JC
A Polícia Federal (PF) vai trocar o comando da superintendência no Rio de Janeiro. A mudança já estava sendo discutida na cúpula da PF, mas a corporação foi pega de surpresa pelo anúncio feito na manhã desta quinta-feira (15) pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL).
A Polícia Federal (PF) vai trocar o comando da superintendência no Rio de Janeiro. A mudança já estava sendo discutida na cúpula da PF, mas a corporação foi pega de surpresa pelo anúncio feito na manhã desta quinta-feira (15) pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL).
A substituição vinha sendo planejada para as próximas semanas. A manifestação do presidente, porém, causou desconforto. Bolsonaro deu a entender que foi ele o responsável pela decisão da troca. Internamente, no entanto, a cúpula da PF descarta que tenha havido qualquer interferência.
Ricardo Saadi, atual chefe, será substituído por Carlos Henrique Oliveira, nome escolhido pelo diretor-geral da Policia Federal, Maurício Valeixo. Carlos Henrique é homem de confiança de Valeixo e já tinha sido promovido nesse ano, quando virou superintendente de Pernambuco.
"Todos os ministérios são passíveis de mudança. Vou mudar, por exemplo, o superintendente da Polícia Federal no Rio de Janeiro. Motivos? Gestão e produtividade", afirmou Bolsonaro.
A escolha de superintendentes, historicamente, é feita pelo diretor-geral da Polícia Federal, sem ingerência de ministros ou do próprio presidente. Por isso, o anúncio feito por Bolsonaro é atípico.
A PF afirmou, por meio de nota divulgada nesta quinta-feira, que a saída de Saadi não tem qualquer relação com desempenho. A PF afirmou na nota que a mudança já vinha sendo planejada há alguns meses e o motivo principal é o desejo do superintendente atual de vir a Brasília, além de ser uma troca normal no cenário de um novo governo que assumiu.
Em "nota de repúdio", o Sindicato dos Delegados de Polícia Federal em São Paulo assinalou que "a escolha de superintendentes compete ao Diretor-Geral da Polícia Federal e a fala do presidente, mais que desrespeitosa, atenta contra a autonomia da Polícia Federal".
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