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Porto Alegre, quinta-feira, 08 de agosto de 2019.

Jornal do Comércio

Política

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Edição impressa de 08/08/2019. Alterada em 08/08 às 03h00min

Bolsonaro deve anunciar procurador-geral até segunda

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) afirmou, nesta quarta-feira (7), que acredita que vai anunciar sua indicação para o comando da Procuradoria-Geral da República (PGR) até a próxima segunda-feira (12), para que a pessoa escolhida tenha tempo de articular a própria aprovação no Senado.
O presidente Jair Bolsonaro (PSL) afirmou, nesta quarta-feira (7), que acredita que vai anunciar sua indicação para o comando da Procuradoria-Geral da República (PGR) até a próxima segunda-feira (12), para que a pessoa escolhida tenha tempo de articular a própria aprovação no Senado.
"Olha só, eu acredito (que) no máximo segunda-feira, que é para dar tempo para ele conversar com os senadores e fazer a sabatina de modo que, quando a senhora Raquel (Dodge) sair ou caso ela venha a ser reconduzida, já estar tudo resolvido", declarou, sem descartar a eventual recondução da atual procuradora-geral.
Questionado se o subprocurador-geral Augusto Aras é o nome favorito, o presidente se limitou a dizer que ele "está no radar". "Todo mundo está no radar aí. Vocês vão morrer curiosos", concluiu Bolsonaro, que não respondeu se já se encontrou com outros postulantes ao cargo.
Aras é candidato, mas não integra a lista tríplice da Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR) . Ele se encontrou com Bolsonaro pelo menos duas vezes no Palácio da Alvorada nas últimas semanas. As reuniões só foram incluídas na agenda oficial do presidente depois de ser descobertas pela imprensa.
O presidente não é obrigado a seguir a indicação da ANPR, embora esta venha sendo a praxe desde 2003. Os integrantes da lista tríplice neste ano são Mário Bonsaglia, Luiza Frischeisen e Blal Dalloul. Entidades de classe têm percorrido gabinetes de senadores pressionando para que eles rejeitem uma eventual escolha que não venha da lista da ANPR.
O subprocurador Aras é apadrinhado pelo ex-deputado federal Alberto Fraga (DEM-DF), amigo de Bolsonaro, que o acompanhou nos encontros com o presidente.
 
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