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Porto Alegre, terça-feira, 09 de julho de 2019.
Feriado em São Paulo - Revolução Constitucionalista.

Jornal do Comércio

Política

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Reforma da Previdência

09/07/2019 - 19h17min. Alterada em 09/07 às 19h17min

Onyx diz que previsão é de mais de 330 votos a favor da reforma da Previdência

Ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni se licenciou do cargo nesta terça para votar a reforma

Ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni se licenciou do cargo nesta terça para votar a reforma


CLAITON DORNELLES /JC
Estadão Conteúdo
Enquanto o plenário debate vaquejadas e rodeios, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), participa uma reunião no gabinete do primeiro vice-presidente da Casa, Marcos Pereira (PRB-SP), que esteve nesta terça-feira (9), mais cedo com o presidente Jair Bolsonaro.
Enquanto o plenário debate vaquejadas e rodeios, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), participa uma reunião no gabinete do primeiro vice-presidente da Casa, Marcos Pereira (PRB-SP), que esteve nesta terça-feira (9), mais cedo com o presidente Jair Bolsonaro.
Também estão presentes no encontro o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni (DEM-RS) - que se licenciou nesta terça do cargo para votar a reforma da Previdência -, e o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite. Ao chegar ao gabinete de Pereira, Onyx disse que a sua previsão é de mais de 330 votos favoráveis à reforma. São necessários 308 votos para aprovar o texto em 1º turno.
O líder do governo na Câmara, Major Vitor Hugo (GO), e a deputada Bia Kicis, (PSL-DF) também participam da reunião. Ao chegar ao gabinete de Pereira, a deputada levou um tombo, e foi socorrida pelo ministro Onyx.
Há a possibilidade de que o PRB de Pereira encabece a apresentação de um destaque à reforma para sejam feitas mudanças nas regras do cálculo dos valores das aposentadorias para mulheres em relação ao tempo de contribuição.
Na proposta atual, com 20 anos de contribuição, o benefício será de 60% da média salarial de contribuição, subindo dois pontos porcentuais para cada ano a mais de trabalho. A bancada feminina pede que a regra dos dois pontos seja aplicada a partir dos 15 anos de contribuição para as mulheres, já que, para elas, a reforma prevê que o tempo mínimo de contribuição é de 15 anos, e não 20, como no caso dos homens.
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