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Porto Alegre, quinta-feira, 04 de julho de 2019.
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Jornal do Comércio

Política

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Reforma da Previdência

Alterada em 04/07 às 14h17min

Comissão especial da Previdência é retomada nesta quinta-feira

Se aprovada na comissão, a proposta segue para o plenário da Câmara

Se aprovada na comissão, a proposta segue para o plenário da Câmara


PABLO VALADARES/CÂMARA DOS DEPUTADOS/JC
Folhapress
A comissão especial da reforma da Previdência da Câmara foi retomada nesta quinta-feira (4) com a expectativa de votação da proposta.
A comissão especial da reforma da Previdência da Câmara foi retomada nesta quinta-feira (4) com a expectativa de votação da proposta.
São 49 membros titulares. Para a sessão ser iniciada, é necessário o quórum mínimo de 25 deputados. Às 10h05 10h desta quinta, 30 haviam registrado presença.
A sessão desta quarta se estender até a madrugada de quinta, por causa da atuação de oposicionistas que querem adiar a votação da reforma da Previdência.
Por ser uma nova sessão, partidos de oposição podem usar mais instrumentos para tentar atrasar o cronograma, como apresentar requerimento que encerra a sessão e mais ações protelatórias.
Se o governo e partidos de centro se mobilizarem, conseguem derrubar a investida da oposição.
Assim, a votação do relatório do deputado, Samuel Moreira (PSDB-SP), poderá ser iniciada.
Até o momento, não há acordo para que o texto do tucano seja preservado.
Há mais de 100 destaques -pedidos para votações de temas específicos do relatório e que podem desidratar a reforma. Desse total, 25 foram apresentados por bancadas partidárias, e não por algum deputado individualmente.
Os destaques de bancada precisam ser votados separadamente, o que pode prolongar o processo de análise da reforma da Previdência na comissão em caso de falta de acordo político nesta quinta para que os partidos recuem na tentativa de aprovar mais alterações no texto.
Os destaques individuais podem ser analisado em bloco.
Na comissão, o texto principal e os destaques são aprovados por maioria dos presentes na hora da votação.
Se aprovada na comissão, a proposta segue para o plenário da Câmara, onde precisa do apoio de 308 dos 513 deputados -três quintos da Casa.
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