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Porto Alegre, quinta-feira, 13 de junho de 2019.
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Política

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Gente

Alterada em 13/06 às 15h46min

Presidente Bolsonaro pede desculpas à deputada Maria do Rosário

Bolsonaro desculpou-se com a deputada Maria do Rosário (PT-RS) por falas dirigidas a ela em 2014

Bolsonaro desculpou-se com a deputada Maria do Rosário (PT-RS) por falas dirigidas a ela em 2014


GILMAR FELIX/CÂMARA DOS DEPUTADOS/JC
Agência Brasil
O presidente Jair Bolsonaro pediu desculpas publicamente à deputada federal Maria do Rosário (PT-RS) por falas dirigidas a ela em 2014, quando afirmou que ''ela não merecia ser estuprada''. Em nota publicada no Twitter, Bolsonaro esclareceu que atende a uma determinação judicial e manifestou o seu ''integral e irrestrito respeito às mulheres''.
''Naquele episódio, no calor do momento, em embate ideológico entre parlamentares, especificamente no que se refere à política de direitos humanos, relembrei fato ocorrido em 2003, em que, após ser injustamente ofendido pela congressista em questão, que me insultava, chamando-me de estuprador, retruquei afirmando que ela ''não merecia ser estuprada?'', escreveu o presidente, relembrando os fatos que levaram aos insultos.
De acordo com Bolsonaro, as mulheres brasileiras são prioridade em seu governo. Ele lembrou que já no dia de sua posse o protagonismo foi feminino, quando a primeira-dama Michelle Bolsonaro discursou antes dele. ''Nos primeiros meses de governo reforcei a Lei Maria da Penha permitindo a adoção de medidas protetivas de urgência para mulheres ou a seus dependentes, em casos de violência doméstica ou familiar (Lei 13.827/19). Essas são algumas das nossas ações em tão pouco de governo em prol das mulheres e meninas do nosso país'', diz a nota.
Bolsonaro foi processado por injúria e incitação ao estupro e condenado pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) a pagar R$ 10 mil de indenização por danos morais à deputada. Em outubro de 2017, a Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve a condenação, confirmada em fevereiro deste ano pelo ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF).
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