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Porto Alegre, sexta-feira, 22 de março de 2019.
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Política

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Governo Federal

Alterada em 22/03 às 12h07min

Anunciada como 'número dois' do MEC, Iolene Lima é demitida

Iolene Lima anunciou no Twitter que não integra mais grupo do MEC

Iolene Lima anunciou no Twitter que não integra mais grupo do MEC


Divulgação/JC
Estadão Conteúdo
A educadora evangélica Iolene Lima, que havia sido anunciada como a nova número 2 do Ministério da Educação (MEC) na semana passada, foi demitida nesta quinta-feira (21). Ela foi comunicada pelo ministro Ricardo Vélez Rodríguez de que não fazia mais parte da equipe. Iolene, antes de ser chamada para o cargo de secretária executiva, era diretora de formação da pasta. Ela também não voltará para essa função.
O nome dela não teria agradado ao governo, que não permitiu sequer que ela fosse nomeada, mesmo depois de anunciada pelo ministro. Segundo fontes, o Planalto estaria buscando um nome forte para número 2 do MEC para tentar manter Vélez no cargo. Há mais de uma semana fala-se numa provável demissão do ministro, muito enfraquecido depois de disputas internas e medidas polêmicas.
Apesar de evangélica, Iolene não tinha o apoio da bancada evangélica no Congresso. Ela foi indicada para o MEC por Luiz Antonio Tozi, ex-secretário executivo, também demitido. Os dois são da mesma cidade. Antes dela, Vélez chegou a anunciar para o cargo Rubens Barreto da Silva, que também não assumiu.
Em mensagem no Twitter na madrugada desta sexta-feira (22) ela afirmou que depois "de cinco anos à frente da direção do colégio que ajudei a fundar, deixei meu emprego a fim de aceitar um convite para, junto com outros profissionais, servir ao meu país, colaborando para um ideal que acredito: um Brasil melhor por meio da educação".
Em seguida, Iolene diz que mesmo com "um quadro bastante confuso na pasta", aceitou a nova função dentro do ministério. "No entanto, após uma semana de espera, recebi a informação que não faço mais parte do grupo do MEC. Não sei o que dizer, mas confio que Deus me guardará e guiará!"
Iolene dirigia o Colégio Inspire, em São José dos Campos (SP), mantido pela Igreja da cidade. Em seu site diz que "apresenta todos os conteúdos curriculares dentro da cosmovisão bíblica". 
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