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Política

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Eleições

Edição impressa de 06/03/2019. Alterada em 05/03 às 01h00min

Partidos estudam candidaturas às prefeituras de Rio e São Paulo

A mais de um ano e meio das eleições, partidos e políticos já deram a largada nas articulações de olho nas prefeituras do Rio e de São Paulo. Nas duas cidades, ao menos 12 legendas planejam concorrer, entre elas o PSL do presidente Jair Bolsonaro.
Um fator considerado decisivo por lideranças políticas do Rio de Janeiro para a definição do cenário eleitoral é como estará a popularidade tanto de Bolsonaro quanto do governador Wilson Witzel (PSC). No PSL, partido de Bolsonaro, o deputado estadual Rodrigo Amorim está cotado para a disputa. Mais votado para a Assembleia Legislativa no ano passado, Amorim quebrou uma placa com o nome de Marielle Franco (PSOL), assassinada no ano passado, durante a campanha. Depois de tomar posse, emoldurou fragmento da placa e a pendurou em seu gabinete, como espécie de troféu. 
Em outra frente, o secretário de Educação de Witzel, Pedro Fernandes, atualmente sem partido, também é cotado. Sem espaço no MDB para disputar o governo do estado no ano passado, ele deixou o partido e se filiou ao PDT. No segundo turno, contrariando seu novo partido, Pedro apoiou Witzel e deixou a sigla.
Já o ex-prefeito Eduardo Paes (DEM), que perdeu as duas últimas eleições - em 2018, pessoalmente, para governador, e em 2016, com Pedro Paulo para a prefeitura - tem dito a aliados que não vai concorrer. Seus aliados, contudo, tentam convencê-lo do contrário. Outro nome que deve estar presente na disputa mais uma vez é o de Indio da Costa (PSD). Na esquerda, o deputado Marcelo Freixo (PSOL-RJ) deve disputar mais uma vez. 
Em São Paulo, a disputa deverá ser marcada pelo retorno de candidaturas do campo conservador. Não somente o PSL, mas outros representantes desse campo passaram a fazer planos. O Novo é um deles. O Movimento Brasil Livre (MBL), embora não seja um partido, também ensaia ter um nome. 
No PSL, há, pelo menos, três potenciais candidatos: a deputada estadual Janaina Paschoal, a mais votada da história do estado, a deputada federal e líder de Bolsonaro no Congresso, Joice Hasselmann, e o filho do presidente Eduardo Bolsonaro que, no entanto, pode ter sua candidatura vetada com base na "inelegibilidade por parentesco", prevista na Constituição.
No Novo especulava-se, no fim do ano passado, que o presidenciável da sigla em 2018, João Amoêdo, se candidataria. A tese, entretanto, perdeu força, e o nome que surge é o da vereadora da sigla Janaína Lima. 
Apesar do fracasso do ano passado, o PSDB está convencido de que terá uma candidatura forte com o projeto de reeleição do atual prefeito, Bruno Covas. O MDB também flerta com uma candidatura de centro. O ex-ministro Henrique Meirelles é uma alternativa. 
Na esquerda, a negativa de Fernando Haddad, candidato derrotado à presidência, para disputar a prefeitura abriu espaço no PT para que a sua mulher, Ana Estela, concorra à vaga. A ex-primeira-dama paulistana acompanhou o marido em boa parte das agendas. Chegou a ser convidada para ser a vice na eleição para o governo de São Paulo no ano passado e foi sondada também para lançar-se deputada estadual. Ela, porém, enfrenta resistência de quem defende Aloizio Mercadante.
Outro nome cogitado no campo é o do ex-governador de São Paulo Márcio França (PSB). Embora derrotado nas urnas no ano passado, França saiu da disputa contra João Doria com um cacife eleitoral de mais de 10 milhões de votos. 
 
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