Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quarta-feira, 30 de janeiro de 2019.

Jornal do Comércio

Política

COMENTAR | CORRIGIR

Governo Federal

Edição impressa de 31/01/2019. Alterada em 30/01 às 01h00min

Jair Bolsonaro reassume presidência após cirurgia

Depois de passar dois dias afastado do cargo para ser submetido a uma cirurgia, Jair Bolsonaro (PSL) reassumiu a presidência da República na manhã desta quarta-feira. Do hospital Albert Einstein, em São Paulo, onde está internado desde domingo, trocou mensagens com o vice, general Hamilton Mourão (PRTB), pela manhã.
Mourão disse ter escrito ao presidente para relatar os fatos ocorridos nos últimos dias. "Ele não pode ficar falando", disse. Mourão assumiu o cargo na manhã de segunda-feira, quando Bolsonaro foi submetido a uma cirurgia para reconstrução do trânsito intestinal, em um procedimento que durou sete horas.
O presidente Jair Bolsonaro vai fazer, a partir da sexta-feira, despachos por vídeo ou audioconferência, caso seja necessário. Ele recebeu alta da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) nesta quarta-feira.
De acordo com o boletim médico divulgado na tarde de ontem, o presidente segue apresentando boa evolução clínica e não tem sangramentos nem febre. Sua agenda desta quarta-feira foi divulgada "sem compromissos oficiais". Ele teve contato, ainda, com parte de seu staff do Planalto, como chefe de gabinete e assessores de imprensa, além do porta-voz, Otávio Rêgo Barros. Ministros em Brasília aguardam novos boletins médicos para definir se vão a São Paulo nesta quinta-feira despachar com o presidente.
Se houver uma sinalização de que Bolsonaro tem condições de receber auxiliares, Paulo Guedes (Economia) e Onyx Lorenzoni (DEM, Casa Civil) devem levar ao presidente detalhes finais da reforma da Previdência.
 
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia