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Porto Alegre, quinta-feira, 17 de janeiro de 2019.

Jornal do Comércio

Política

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governo federal

17/01/2019 - 10h31min. Alterada em 17/01 às 10h51min

Ernesto Araújo discute crise na Venezuela com opositores de Maduro

Alternativas para crise política e econômica venezuelana devem ser trazidas

Alternativas para crise política e econômica venezuelana devem ser trazidas


VALTER CAMPANATO /ABR/JC
Agência Brasil
O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, reúne-se nesta quinta-feira (17) com líderes de oposição e intelectuais críticos ao presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, além de integrantes de países do Grupo de Lima e dos Estados Unidos. O encontro será seguido de almoço no próprio Itamaraty.
A reunião ocorre no dia seguinte ao encontro do presidente Jair Bolsonaro com o da Argentina, Mauricio Macri.
Em discussão, alternativas para a crise política e econômica na Venezuela, o que tem causado desabastecimento, fuga de imigrantes e denúncias de violações aos direitos humanos. Para líderes internacionais, o governo de Maduro não tem legitimidade, pois há dúvidas sobre a lisura do processo eleitoral.
Em declaração à imprensa após reunião dessa quarta-feira (16) com Bolsonaro, no Palácio do Planalto, Macri disse que os governos brasileiro e argentino compartilham preocupação com a situação dos venezuelanos. Segundo eles, ambos os presidentes reafirmaram posição de condenar o que classificam de "ditadura de Nicolás Maduro".
"A comunidade internacional já se deu conta: Maduro é um ditador que busca se perpetuar no poder com eleições fictícias, encarcerando opositores e levando os venezuelanos a uma situação desesperadora", afirmou Macri. "Reiteramos que reconhecemos a Assembleia Nacional como a única instituição legítima na Venezuela, eleita democraticamente pelo povo venezuelano", completou.
Há dois dias, Assembleia Nacional Constituinte da Venezuela aprovou um acordo, classificado de histórico pelos parlamentares, em que é declarada "formalmente a usurpação da Presidência da República" por Nicolás Maduro. A moção estabelece ainda a anulação de ?todos os supostos atos emanados do Poder Executivo".
A decisão foi tomada após a prisão e libertação do presidente do Parlamento venezuelano, Juan Guaidó, um dos principais opositores de Maduro.
No começo do mês, integrantes do Grupo de Lima, com exceção do México, aprovaram uma declaração em defesa de o Parlamento da Venezuela assumir o poder, promovendo eleições imediatas e afastando Maduro do governo.
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