Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quinta-feira, 20 de dezembro de 2018.

Jornal do Comércio

Política

COMENTAR | CORRIGIR

Câmara de Porto Alegre

Edição impressa de 20/12/2018. Alterada em 20/12 às 10h42min

Legislativo autoriza chamada emergencial de professores

Professores trabalharão por 20 horas semanais, podendo ser convocados para regime suplementar

Professores trabalharão por 20 horas semanais, podendo ser convocados para regime suplementar


CLAITON DORNELLES /JC
Diego Nuñez
A Câmara Municipal de Porto Alegre aprovou ontem autorização para a contratação emergencial de professores para a Rede Municipal de Ensino. Com a dispensa de concurso público e com regras diferentes dos demais servidores públicos, os até 240 docentes que poderão ser contratados atuarão nas áreas de educação infantil, anos iniciais e Ensino Fundamental e prestarão serviços à prefeitura por um prazo de um ano, prorrogável por mais um.
"O contrato emergencial é uma forma de suprir as vagas. A gente sabe que o concurso público é demorado. Já tem um em andamento. Esse projeto é para dar agilidade ao governo e para não ter falta de professores. Não é para substituir permanentemente os professores concursados", explicou o líder do governo, Mauro Pinheiro (Rede). Os professores trabalharão em um regime de 20 horas semanais, podendo ser convocados para cumprir regime suplementar de trabalho, remunerados de acordo com a categoria básica salarial do magistério.
A bancada de oposição se posicionou contrária ao projeto, partindo do que acontece com os contratos temporários no Rio Grande do Sul: "o Estado usa os contratos temporários de forma permanente", criticou Alex Fraga (PSOL).
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia