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Porto Alegre, quinta-feira, 29 de novembro de 2018.

Jornal do Comércio

Política

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Transição no Planalto

Edição impressa de 29/11/2018. Alterada em 29/11 às 01h00min

Osmar Terra vai para Ministério da Cidadania

Deputado gaúcho confirmou que haverá 13º para o Bolsa Família

Deputado gaúcho confirmou que haverá 13º para o Bolsa Família


/VALTER CAMPANATO/AGÊNCIA BRASIL/JC
O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) escolheu o deputado federal gaúcho Osmar Terra (MDB) para o Ministério da Cidadania. Terra já comandou a pasta de Desenvolvimento Social na gestão do presidente Michel Temer (MDB). Este é o primeiro nome do MDB escolhido para o primeiro escalão de Bolsonaro.
Em entrevista logo após a confirmação, Terra disse que haverá décimo terceiro no Bolsa Família. "O presidente prometeu e será cumprido". Ele também disse que os direitos humanos não ficarão sob o guarda-chuva da nova pasta. Ele não soube afirmar se parte do atual Ministério do Trabalho ficará sob seu comando. "Vai focalizar sempre na população mais carente, do Bolsa Família", afirmou Terra.
O futuro ministro da Cidadania disse não saber ainda se o programa Minha Casa Minha Vida continuará na pasta. A ação é ligada atualmente ao Ministério das Cidades. Terra negou ter sido indicado pelo MDB. "Foi um movimento da frente parlamentar da assistência social, das doenças raras, dos deficientes, dos idosos".
Em abril, Terra saiu do governo Temer para concorrer a um novo mandato na Câmara. Ele foi reeleito com 86.305 votos. Com a ida do parlamentar para o governo Bolsonaro, quem assume é seu suplente Darcísio Perondi (MDB-RS).
O ministério vai abrigar as atuais pastas: Desenvolvimento Social, Esportes, Cultura e parte da Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad). Também cuidará do Bolsa Família. Terra tem um histórico de críticas a propostas que visam legalizar ou descriminalizar o uso de drogas no Brasil. Nas redes sociais, o futuro ministro se posiciona de forma contundente contra a legalização da maconha em uma série de publicações.
A bancada evangélica também procurava fazer indicações para a pasta e apresentou nesta quarta-feira três nomes para o Ministério da Cidadania. O líder do grupo, deputado Takayama (PSC-PR), apresentou uma lista ao futuro chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni. Foram levados ao futuro governo os nomes dos deputados Marco Feliciano (Pode-SP), Gilberto Nascimento (PSC-SP) e Ronaldo Nogueira (PTB-RS), este último já foi ministro do Trabalho no governo Temer.
De acordo com pessoas que estiveram no encontro, Bolsonaro pediu aos evangélicos que apresentassem nomes, mas não especificou para qual pasta. O grupo de parlamentares, contudo, queria uma indicação para Cidadania, alegando ser a estrutura com a qual tem maior afinidade temática.
 

Indicação é da cota de Bolsonaro, diz deputado da bancada evangélica

O presidente da frente parlamentar evangélica, deputado federal Takayama (PSC-PR), afirmou ontem que a indicação do deputado federal Osmar Terra (MDB-RS) para ocupar o Ministério da Cidadania é da cota do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) e não da sua bancada.

"Isso é cota dele. Da frente não é", disse o parlamentar ao sair de reunião no governo de transição, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) enquanto Terra concedia entrevista como o indicado para ocupar a nova Pasta.

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