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Porto Alegre, terça-feira, 20 de novembro de 2018.
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Jornal do Comércio

Política

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Transição no Planalto

Alterada em 20/11 às 16h18min

Bolsonaro confirma deputado Luiz Mandetta no Ministério da Saúde

Parlamentar é o terceiro ministro do DEM e comandará orçamento de R$ 128 bilhões em 2019

Parlamentar é o terceiro ministro do DEM e comandará orçamento de R$ 128 bilhões em 2019


LUIS MACEDO/CÂMARA DOS DEPUTADOS/JC
Agência O Globo
O presidente eleito, Jair Bolsonaro, confirmou na tarde desta terça-feira o deputado federal Luiz Henrique Mandetta (DEM-MS) como ministro da Saúde. Ele é o terceiro ministro do DEM e comandará um orçamento estimado em R$ 128 bilhões para 2019.
"Eu confirmo o marechal Mandetta, que se Deus quiser assumirá ano que vem com essa enorme missão", disse o presidente eleito em reunião com deputados da bancada da saúde e representantes da Associação das Santas Casas.
Os dois se reuniram nesta terça-feira (20) no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), onde a equipe de transição de Bolsonaro está despachando. O nome dele foi chancelado por parlamentares da área da saúde e entidades do setor.
Amigo do chefe da Casa Civil de Bolsonaro, Onyx Lorenzoni (DEM-RS), Mandetta, 53 anos, é médico ortopedista e tornou-se um dos cotados depois de receber apoio de figuras importantes como o governador eleito de Goiás, Ronaldo Caiado.
Mandetta colaborou com propostas sobre saúde para o programa de Bolsonaro. O presidente eleito chegou a citá-lo no programa Roda Viva, da TV Cultura, antes do primeiro turno. Ao responder sobre mortalidade infantil, Bolsonaro disse que é necessário dar atenção à saúde bucal das grávidas. Fazia referência à atuação de Mandetta como secretário de Saúde de Campo Grande.
Segundo o deputado, ao implantar consultas odontológicas no pré-natal, a prematuridade e a mortalidade infantil caíram no município.
O futuro ministro é investigado pela Procuradoria Geral da República(PGR) por suspeitas de ter favorecido duas empresas -a Telemídia e a Alert - num contrato de R$ 9,9 milhões assinado com a Secretaria de Saúde de Campo Grande (MS), no período em que ele comandou a pasta. No inquérito obtido pelo GLOBO, a PGR cita uma viagem de Mandetta a Portugal, em 2010, como um indício de sua relação de proximidade com as empresas, que arcaram com os custos do giro europeu na ocasião. Procurado pelo GLOBO, Mandetta nega irregularidades.
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