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Porto Alegre, quarta-feira, 31 de outubro de 2018.
Dia das Bruxas.

Jornal do Comércio

Política

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partidos

Edição impressa de 31/10/2018. Alterada em 31/10 às 01h00min

Não seremos 'linha auxiliar' de Bolsonaro, afirma deputado do Novo

O deputado eleito Vinicius Poit (Novo-SP) afirmou que sua legenda não será "linha auxiliar" do governo de Jair Bolsonaro (PSL). O futuro parlamentar disse que os integrantes da legenda votarão de acordo com os princípios do partido e não com a orientação do governo. Poit sinalizou que haverá convergência principalmente em temas econômicos, como a reforma da Previdência, mas reiterou que o alinhamento não será automático.
"Não seremos linha auxiliar do governo. Nossa bancada está alinhada com os princípios do partido e é isso que vai guiar nossa atuação", afirmou Poit.
A legenda elegeu oito deputados. Parte deles foram recebidos nesta terça-feira para um café da manhã pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Após a visita, eles fazem um tour pela Casa para se ambientar ao local em que passarão os próximos quatro anos.
Antes mesmo da posse, os parlamentares já pretendem interferir no Congresso. O Novo defende que não seja pautado o reajuste de salário para deputados e senadores, que sempre é votado no final de uma legislatura para valer para o Congresso seguinte. O argumento é que como o país passa por uma crise econômica e terá de votar reformas impopulares, com a Previdência, não seria um bom sinal aumentar os vencimentos dos parlamentares. Os deputados da legenda já anunciaram que terão apenas 12 assessores, menos da metade dos 25 permitidos pela Casa, e pretendem devolver parte dos recursos da cota parlamentar.
 
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